| Processo: | 15/00740-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2018 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Farmácia |
| Pesquisador responsável: | Suely Vilela |
| Beneficiário: | Tássia Rafaella Costa |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 11/23236-4 - Toxinas animais nativas e recombinantes: análise funcional, estrutural e molecular, AP.TEM |
| Assunto(s): | Genotoxicidade Bothrops jararaca Toxicologia Testes de mutagenicidade |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Bothrops jararaca | Crotalus durissus terrificus | Genotoxicidade | L-aminoácido oxidases (LAAOs) | mutagenicidade | Peçonhas de Serpentes | Toxinologia |
Resumo As L-aminoácido oxidases isoladas e caracterizadas de peçonhas de serpentes (SV-LAAOs) tornaram-se importantes candidatas para modelos no desenvolvimento de novos fármacos e ferramentas biológicas. Estudos têm demonstrado que as SV-LAAOs, isoladas de diferentes gêneros de serpentes, são capazes de promover alterações no metabolismo de células cancerosas, como a indução de apoptose pela ativação de diferentes vias desse processo. Esse efeito farmacológico pode ser explicado, parcialmente, pela geração do peróxido de hidrogênio formado durante o ciclo catalítico das LAAOs. No entanto, dados relacionados aos possíveis efeitos genotóxicos e mutagênicos que essas proteínas de peçonhas podem causar às células humanas são muito escassos. O principal objetivo desse projeto é a identificação do perigo genômico que as LAAOs de Calloselasma rhodostoma (CR-LAAO), Bothrops jararaca (BjarLAAO-I) e Crotalus durissus terrificus possam oferecer às células humanas. Para isso, será investigada a capacidade dessas enzimas de causarem danos genotóxicos e mutagênicos em células humanas HepG2 e PBMC, utilizando ensaios in vitro que quantificam os danos gerados no DNA e nos cromossomos dessas células (ensaios do cometa e do micronúcleo). Além disso, vamos avaliar se o tratamento com diferentes concentrações das SV-LAAOs é capaz de induzir a ativação das vias de reparo do DNA, detectando a expressão de genes envolvidos nesse mecanismo. Esses dados serão muito importantes para o direcionamento de nossas pesquisas em busca do desenvolvimento de novos fármacos antitumorais mais eficazes ou mesmo coadjuvantes no tratamento de diferentes tipos de câncer. | |
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