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Investigação do impacto do infarto do miocárdio sobre o efeito da lipoproteína de alta densidade na produção endotelial de óxido nítrico e endotelina-1

Processo: 14/26136-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de maio de 2015
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2019
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Convênio/Acordo: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:Andrei Carvalho Sposito
Beneficiário:Vitor Wilson de Moura Virginio
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Médicas (FCM). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Endotelina-1   Metabolômica   Disfunção endotelial   Infarto do miocárdio

Resumo

No infarto do miocárdio (IM), a intensidade da disfunção endotelial (DE) representa importante determinante da morbimortalidade. Apesar de a DE no pós-IM se relacionar com atividade inflamatória (AI), pouco se sabe sobre outros potenciais definidores. Assim, a ação da lipoproteína de alta densidade (HDL) no IM pode representar um dos atores nesse contexto. Em indivíduos saudáveis, a HDL está inversamente associada com eventos cardiovasculares, principalmente ao desempenhar papel protetor do endotélio. Porém, em condições em que sobrevém alta AI, como no IM, a HDL perde suas propriedades antiaterogênicas, podendo induzir a DE. Nosso grupo de pesquisa mostrou que a AI sistêmica está aumentada no quinto dia após o IM em relação a admissão, assim como a oxidação da HDL. Ainda não está claro o efeito funcional da HDL na fase aguda do IM sobre a DE, principalmente as vias de sinalização celular ativadas ou inibidas e sua influência na biodisponibilidade de componentes necessários para a produção de NO. O objetivo desse projeto será avaliar o efeito da HDL obtido no primeiro e quinto dia após o IM sobre a produção endotelial de óxido nítrico (NO) e endotelina-1 (ET-1). Também investigar as principais vias de sinalização celular ativadas nesse processo, e mensurar o substrato, cofatores e coenzimas da NO sintase endotelial (eNOS) responsável pela produção de NO. No estudo serão incluídos 25 pacientes infartados e 25 indivíduos sem doença manifesta. A HDL será isolada por ultracentrifugação e cultivada com células endoteliais arteriais coronarianas humanas (HCAEC). Utilizaremos testes: (I) Immunoblotting para verificar as vias de sinalização celular; (II) ELISA para quantificar ET-1, marcadores inflamatórios e de estresse oxidativo; (III) Quimioluminescência para dosar o NO; e (IV) ELISA e Metabolômica por Ressonância Nuclear Magnética para quantificar o substrato, cofatores e coenzimas para a síntese de NO. (AU)