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Efeito da nanotopografia de superfície de titânio sobre a diferenciação osteoblástica e a expressão de integrinas alfa1 e beta1 em células-tronco mesenquimais derivadas de medula óssea de ratos e células derivadas de calvária de ratos

Processo: 15/00128-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de maio de 2015
Vigência (Término): 30 de abril de 2016
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Cirurgia Buco-maxilo-facial
Pesquisador responsável:Márcio Mateus Beloti
Beneficiário:Pedro Flório
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto (FORP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Nanotopografia   Osteoblastos   Osso e ossos   Integrinas   Implantodontia   Titânio

Resumo

Estudos realizados por nosso grupo de pesquisa mostraram que a nanotopografia da superfície de titânio (Ti) gerada pelo tratamento com H2SO4/H2O2 favorece a diferenciação osteoblástica por atuar em um circuito microRNA-SMAD-BMP-2 e na via de sinalização da integrina a1b1. Tais resultados nos levaram à proposição de um projeto, atualmente em desenvolvimento com financiamento FAPESP, para investigar mais profundamente a participação das integrinas na interação célula/nanotopografia, utilizando células-tronco mesenquimais (CTMs). No entanto, resultados prévios sugerem que o potencial osteogênico da nanotopografia é mais evidente em células osteoblásticas derivadas de calvária de ratos, apesar de ainda não terem sido comparadas as respostas dessas duas culturas à nanotopografia. Portanto, visando obter informações relevantes com relação ao modelo de cultura de células mais adequado para o desenvolvimento do projeto principal, relativo à participação de integrinas no potencial osteogênico da nanotopografia, o objetivo do presente projeto é avaliar e comparar o efeito da nanotopografia sobre a diferenciação osteoblástica e a expressão de integrinas a1 e b1 em CTMs derivadas de medula óssea de ratos e células osteoblásticas derivadas de calvária de ratos. Para isso, células das duas origens serão cultivadas sobre discos de Ti com nanotopografia e serão avaliadas: (1) a expressão dos genes marcadores osteoblásticos, Runx2, Osterix, fosfatase alcalina (ALP), osteocalcina (OC), osteopontina (OPN) e sialoproteína óssea (BSP) e das integrinas a1 e b1 por PCR em tempo real, aos 10 dias e (2) a formação de matriz extracelular mineralizada por coloração com vermelho de alizarina, aos 17 dias. Os dados serão submetidos ao teste de Mann-Whitney para a comparação entre as duas culturas de células crescidas sobre a superfície de Ti com nanotopografia.

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