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Inatividade física e câncer: da avaliação da evidência etiológica ao impacto na saúde pública

Processo: 14/25614-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de maio de 2015
Vigência (Término): 30 de abril de 2019
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Saúde Coletiva - Epidemiologia
Convênio/Acordo: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:José Eluf Neto
Beneficiário:Leandro Fórnias Machado de Rezende
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):16/21390-0 - Carga do câncer atribuível ao estilo de vida no Brasil, BE.EP.DR
Assunto(s):Neoplasias   Sedentarismo   Atividade física   Saúde pública

Resumo

Objetivo: Investigar as evidências atuais sobre a associação entre a inatividade física e a incidência e mortalidade por câncer (Estudo 1), bem como o impacto dessa relação na saúde pública do Brasil (Estudos 2 e 3). Métodos: Estudo 1: Será realizada uma revisão (overview) de revisões sistemáticas por meio de uma busca em 5 bases de dados com descritores relacionados à exposição ("physical inactivity") e ao desfecho (cancer). Das revisões sistemáticas elegíveis, será realizada uma avaliação da qualidade das revisões, além da extração de dados dos estudos primários incluídos. Será avaliada a existência de viés de publicação utilizando o gráfico de funil e o teste de Egger. Estudo 2: Será estimada a fração atribuível populacional dos cânceres associados à inatividade física (seleção dos tipos de câncer será baseada nos achados do estudo 1) no Brasil. Para tanto será utilizada a equação: FAP= P(RR-1)/RR em que P é a prevalência de inatividade física entre os casos de câncer no Brasil, e RR são os riscos relativos extraídos de revisões sistemáticas da literatura. Estudo 3: Será avaliada a associação entre a inatividade física e a mortalidade por câncer por meio de um estudo ecológico. Os dados de inatividade física serão extraídos do VIGITEL 2006, considerando os domínios do trabalho, doméstico, transporte e lazer em indivíduos com idade maior ou igual a 30 anos. Assumindo um período de 10 anos entre exposição e desfecho, serão calculadas taxas de mortalidade por câncer referentes a 2016, extraindo informações do Sistema de Informação sobre Mortalidade. (AU)

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