| Processo: | 15/04125-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2015 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Farmácia - Análise Toxicológica |
| Pesquisador responsável: | Bruno Alves Rocha |
| Beneficiário: | Bruno Ruiz Brandao da Costa |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Toxicologia ambiental Extração líquido-líquido Bisfenol A Monitoramento biológico Cromatografia líquida acoplada à espectrometria de massas |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | biomonitoramento | Bisfenol | Dllme | Lc-Ms | Ms | Toxicologia Ambiental |
Resumo Contaminantes emergentes referem-se às substâncias químicas cujo interesse por estudos associados à ocorrência e efeitos no ambiente é recente, além de uma escassez de dados relacionados à ocorrência destes contaminantes. Dentre os contaminantes emergentes destaca-se o bisfenol A (BFA), que vem sendo amplamente encontrado tanto em matrizes ambientais e biológicas em diversos países. Entre os diversos efeitos tóxicos já observados após a exposição a este composto se destacam os relacionados ao sistema endócrino. No Brasil ainda é escasso os dados relacionados à exposição a estes compostos na população, o que motivou a realização deste projeto de pesquisa. Neste sentido, a presente proposta tem como objetivo o emprego da microextração líquido-líquido dispersiva para a extração do bisfenol A e seus análogos em amostras de urina e determinação destes utilizando a cromatografia líquida acoplada ao detector de massas (LC-MS/MS). Para a realização deste trabalho duas etapas serão avaliadas: I) desenvolvimento de uma microextração líquido-líquido dispersiva (DLLME) para extração do bisfenol A e seus análogos em urina; II) desenvolvimento de uma metodologia analítica utilizando LC-ESI-MS/MS para determinação e quantificação do bisfenol A e análogos. Após a validação das metodologias analíticas, serão analisadas amostras de urina e finalmente, espera-se que os resultados deste estudo possam contribuir para o conhecimento dos níveis de exposição a uma classe de disruptores endócrinos ainda pouco estudado no Brasil. | |
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