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Análise imuno-histoquímica diferencial e comparativa entre CEC de boca primário e lesões metastáticas correspondentes

Processo: 15/06945-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de maio de 2015
Vigência (Término): 30 de abril de 2017
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia
Pesquisador responsável:Camila de Oliveira Rodini Pegoraro
Beneficiário:Rafael Carneiro Ortiz
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB). Universidade de São Paulo (USP). Bauru , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:13/07245-9 - Investigação do papel das células-tronco de câncer e do microambiente no processo de transição epitélio-mesenquimal, invasão e metástase do carcinoma epidermóide de boca, AP.JP
Assunto(s):Patologia bucal   Células-tronco neoplásicas   Metástase

Resumo

O carcinoma epidermóide (CEC) de boca constitui uma das neoplasias malignas mais comuns da região da cabeça e do pescoço e resulta em grande morbidade e mortalidade anualmente, sendo que o pior prognóstico nessa doença relaciona-se com a presença de metástase em linfonodos cervicais, que ocorre em 25 a 65% dos casos. Em determinado estágio da doença, as células epiteliais tumorais sofrem um processo de transição epitélio-mesenquimal (TEM), caracterizado pela mudança do fenótipo epitelial para mesenquimal que tem como causa a perda ou diminuição da expressão de marcadores de células epiteliais, e o aumento da expressão de marcadores mesenquimais, mediados por fatores de transcrição da própria célula. Portanto, a TEM favorece a invasão dos tecidos subjacentes, resultando em metástases. Pesquisas recentes apontam que apenas uma subpopulação de células do tumor, as células-tronco de câncer (CSC, do inglês cancer stem cell), seja responsável pela recorrência dos tumores e metástases, e que estão relacionadas com o processo de transição epitélio-mesenquimal em carcinomas, uma vez que as CSC possuem um índice maior de migração e potencial metastático em comparação ás células tumorais comuns. Sendo assim, o objetivo deste estudo é identificar possíveis biomarcadores de subpopulações de CSC bem como do processo de TEM em tumores primários e metástases linfonodais correspondentes, por meio de imuno-histoquímica. A partir da caracterização de um perfil de expressão desses marcadores, associado às características clinicopatológicas e dados de sobrevida dos pacientes, acredita-se ser capaz de predizer quais destes devem ser seguidos com maior atenção e/ou submetidos a terapias adjuvantes.