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A resposta a estresse por meio da fosforilação do eIF2alfa

Processo: 14/24338-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de maio de 2015
Vigência (Término): 30 de junho de 2016
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Parasitologia - Protozoologia de Parasitos
Convênio/Acordo: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:Sergio Schenkman
Beneficiário:Leonardo da Silva Augusto
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:11/51973-3 - Mecanismo de sinalização celular de Trypanosoma em resposta a alterações nutricionais e agentes genotóxicos, AP.TEM
Assunto(s):Trypanosoma cruzi   Heme   Estresse oxidativo

Resumo

A aquisição de ferro na forma livre, ou na forma de heme é uma etapa chave para o processo de multiplicação e sobrevivência do Trypanosoma cruzi, o protozoário causador da Doença de Chagas. Isto porque o T. cruzi não sintetiza heme e existem evidências de que as formas do parasita que proliferam no citosol de células infectadas, ou no tubo digestivo do inseto vetor adquirem heme através de transportadores específicos (Cupello et al., 2011). Além disso, a disponibilidade de heme no hospedeiro afeta a progressão da doença de Chagas (Paiva et al., 2012). Nós caracterizamos uma proteína quinase (TcK2) que regula o início da tradução através da fosforilação do fator de início de tradução eucariótico eIF2±. Verificamos que na falta de heme esta proteína quinase é ativada causando a fosforilação de eIF2a, diminuição da transcrição e diferenciação do parasita em formas infectivas. A TcK2 está na membrana de organelas endossomais que acumulam heme no seu interior (Cunha-e-Silva et al., 2006; Figueiredo et al., 2004). Mostramos que em linhagens em que o gene da TcK2 foi removido, o heme passa a se acumular no citossol do parasita. Ao mesmo tempo temos evidências de que alterações nos sítios de fosforilação de eIF2a afetam a sobrevivência após a adição de agentes oxidantes. Estas organelas devem ter assim transportadores de heme, cuja atividade e/ou expressão poderia ser modulada pela ativação da TcK2 e fosforilação de eIF2a. De fato, transportadores de heme localizados em membranas endossomais foram identificados em Leishmania sp, e genes similares estão presentes no T. cruzi. Assim, pretendemos neste projeto a) verificar se a fosforilação de eIF2a afeta a expressão ou atividade dos transportadores de heme e se o mesmo ocorre para enzimas envolvidas na resposta ao estresse oxidativo. (AU)

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