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Caracterização estrutural e ultraestrutural da infecção por Aeromonas hydrophila em Piaractus mesopotamicus

Processo: 15/01024-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de maio de 2015
Vigência (Término): 31 de agosto de 2016
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Patologia Animal
Convênio/Acordo: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:Julieta Rodini Engracia de Moraes
Beneficiário:Fausto de Almeida Marinho Neto
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Jaboticabal. Jaboticabal , SP, Brasil
Assunto(s):Histopatologia   Infecções bacterianas   Aeromonas hydrophila   Piaractus mesopotamicus   Pacu   Microscopia   Sepse

Resumo

Dentre as problemáticas na piscicultura destacam-se as doenças bacterianas as quais se instalam devido ao estresse ocasionado pelas condições adversas ambientais e manejo zootécnico que são responsáveis por atraso no crescimento e altas taxas de mortalidade. Técnicas como microscopia de luz e a Microscopia Eletrônica de Transmissão (MET) são utilizadas no estudo de material biológico, em particular, para examinar alterações estruturais, ultraestrurais e efeitos citopáticos ocasionados por bactérias e outros microrganismos em diversos tipos de infecções. Este auxílio diagnóstico colabora para o entendimento da interação patógeno-hospedeiro, que é de suma importância à compreensão da fisiopatogenia e ao desenvolvimento de estratégias voltadas à intervenção e controle de doenças. Assim, este projeto tem como objetivo investigar a sepse por meio do estudo da infecção, disseminação e colonização por A. hydrophila no sangue e em diferentes órgãos de pacus (Piaractus mesopotamicus), bem como a avaliação da atividade lítica do soro. Para isso, serão utilizados 170 pacus peso médio de 150,71 ± 56,73g e comprimento total médio de 18,27 ± 4,70 cm. Inicialmente será determinada a DL50 (DL50-96h) para A. hydrophila em pacus. A sepse será induzida pela administração celomática do inóculo correspondente à DL50 e um grupo injetado pela mesma via com salina 0,65% esterilizada será utilizado como controle. Antes das inoculações e 1, 3, 6 e 9 horas depois, dez animais de cada grupo (controle salina e desafiados) serão anestesiados para coleta de sangue, exame necroscópico e coleta de órgãos para as análises de microscopia de luz, microscopia eletrônica de transmissão, disseminação da bactéria nos diferentes compartimentos e para traçar a curva de crescimento de A. hydrophila. Durante todo o experimento os animais serão avaliados quanto às alterações de comportamento clínico. Os resultados serão comparados pela Análise de Variância (ANOVA) ao nível de 5% de probabilidade e a diferença entre as médias pelo teste de Tukey (p<0,05). (AU)

Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
NETO, Fausto de Almeida Marinho. Sepse aguda por Aeromonas hydrophila EM Piaractus mesopotamicus : características morfológicas e microbiológicas. 2016. Dissertação de Mestrado - Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias..

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