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Mecanismo de ação do peptídeo C36L1, um agente despolimerizador de microtúbulos, na ativação de células dendríticas e na terapia do melanoma metastático

Processo: 14/50723-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de abril de 2015
Vigência (Término): 31 de março de 2018
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Morfologia - Citologia e Biologia Celular
Pesquisador responsável:Luiz Rodolpho Raja Gabaglia Travassos
Beneficiário:Carlos Rogerio de Figueiredo
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):15/23898-8 - Avaliação de macrófagos associados ao tumor M1 e M2 em resposta ao peptídeo antitumoral C36L1, BE.EP.PD
Assunto(s):Peptídeos   Microtúbulos   Células dendríticas   Neoplasias   Imunoglobulinas

Resumo

A resposta imune efetiva anticâncer envolve a participação de vários mecanismos efetores envolvendo anticorpos, linfócitos T, citocinas, macrófagos, mas tendo como elementos centrais as células dendríticas (DCs), articuladoras da natureza básica da imunidade anti-turnoral. É amplamente reconhecido o potencial de rejeição do câncer através do reconhecimento de antígenos específicos tumorais principalmente por linfócitos T citotóxicos, Th-1 e NKT em paralelo a ação da imunidade inata, representada por macrófagos e células NK. Protocolos imunoterapêuticos visam ao controle do desenvolvimento tumoral e nesse aspecto, as células dendríticas (DCs) desempenham um papel fundamental. O grande problema no câncer é o redirecionamento funcional das DCs que ocorre no ambiente tumoral levando-as a induzir linfócitos T regulatórios e citocinas imunossupressoras, ao invés de células efetoras o que anula a proteção imune. Peptídeos estudados na UNONEX exercem atividade antitumoral in vivo exercendo efeitos imunomodulatórios. Em particular, o peptídeo C36L1, derivado de CDR de imunoglobulina, anteriormente descrito pelo nosso grupo como um importante agente indutor da despolimerização de microtúbulos em células de melanoma, apresenta atividade antitumoral in vivo no modelo de tratamento sistêmico do melanoma metastático. De acordo com a previsão acima, o peptídeo é capaz de ativar DCs e conferir proteção terapêutica in vivo por transferência adotiva destas células previamente estimuladas ex vivo. No desenvolvimento de novos agentes farmacológicos com significativo potencial antitumoral, o projeto tem como principal objetivo a investigação do mecanismo imunológico antitumoral do peptídeo C36L1 focalizando a capacidade de ativação de DCs, penetração, distribuição e mecanismo molecular de sinalização e modulação funcional destas células, determinando o perfil da resposta imune-efetora induzida e estudo do tratamento terapêutico do melanoma murino B16F10-Nex2 em modelo singenêico. (AU)

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