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Produção de novos biossensores baseados na técnica de BRET para analisar a transdução de sinal de GPCRs a partir de diferentes compartimentos intracelulares

Processo: 15/09131-6
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 10 de junho de 2015
Vigência (Término): 09 de junho de 2016
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Bioquímica e Molecular
Pesquisador responsável:Claudio Miguel da Costa Neto
Beneficiário:Lucas Tabajara Parreiras e Silva
Supervisor no Exterior: Michel Bouvier
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Local de pesquisa : Université de Montréal, Canadá  
Vinculado à bolsa:13/01261-2 - Envolvimento do agonismo seletivo (biased agonism) no tráfego intracelular e sinalização do receptor AT1 de Angiotensina II, BP.PD
Assunto(s):Transdução de sinais

Resumo

Os receptores acoplados à proteína G (GPCRs) constituem a maior família de proteínas transdutoras de sinal em mamíferos e são consideradas um dos principais alvos para a descoberta de medicamentos. Após estímulo, os GPCRs ativam as proteínas G e, em seguida, recrutam ²-arrestinas, que levam à interrupção da sinalização via proteína G e ao início do processo de internalização. Embora ²-arrestina tenha sido descoberta por seu papel na interrupção da sinalização mediada por proteína G, agora é claro que o complexo GPCR/²-arrestina também pode levar à ativação de vias de sinalização independentes de proteína G e pode persistir a partir dos endossomos internalizadas. Recentes avanços na farmacologia de GPCRs levou à identificação de ligantes que ativam preferencialmente uma destas vias e são conhecidos como "agonistas tendenciosos". Além disso, embora seja assumido que a sinalização da proteína G é interrompida após internalização do GPCR, dados bem recentes sugerem que a sinalização da proteína G pode também ser desencadeada por GPCRs localizados nos endossomas e outros compartimentos intracelulares. Estes mecanismos podem fornecer regulação espaço-temporal de cascatas de sinalização com consequências importantes para as respostas normais e patológicas e para o desenvolvimento de melhores medicamentos. No entanto, poucas ferramentas estão disponíveis para estudar este aspecto. Em um esforço para abordar estas questões, o objetivo geral deste estudo é investigar a regulação espaço-temporal desta segunda rodada de ativação da proteína G e sua importância para a fisiologia celular. Nós também queremos analisar se agonistas tendenciosos também podem influenciar a ativação da proteína G de compartimentos intracelulares com possível relevância funcional. Para este objetivo, vamos construir novos biossensores baseados em BRET para avaliar a ativação da proteína G por GPCRs localizados em compartimentos intracelulares distintos. (AU)