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Utilização de células-tronco e progenitoras neurais (neuroesferas) como modelo in vitro para estudo dos efeitos de bradicinina e purinas sobre a neurogênese

Processo: 14/24582-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de abril de 2015
Vigência (Término): 31 de julho de 2015
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular
Pesquisador responsável:Alexander Henning Ulrich
Beneficiário:Juliana da Cruz Corrêa Velloso
Instituição-sede: Instituto de Química (IQ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:12/50880-4 - Células-tronco: dos papéis de receptores de cininas e purinas às aplicações terapêuticas, AP.TEM
Assunto(s):Células-tronco   Neurogênese   Diferenciação neuronal

Resumo

O desenvolvimento embrionário do sistema nervoso de mamíferos é baseado na proliferação, migração e diferenciação das células neuroepiteliais que contêm tanto células neurais quanto progenitoras multipotentes. Apesar dos caminhos moleculares específicos que governam esta diferenciação de células progenitoras ainda não serem compreendidos, é amplamente aceito que os programas de proliferação e diferenciação requerem a interação de sinais extra e intracelulares. Inúmeras evidências apontam para a influência de fatores de crescimento, de neurotransmissores e seus receptores no controle da diferenciação neuronal. Neuroesferas - Células tronco neurais e progenitores como modelo in vitro de neurogênese embrionária - Células-tronco do cérebro em desenvolvimento podem ser isoladas em cultura e crescer em monocamadas ou agregados chamados de neuroesferas. Cada neuroesfera é derivada de uma única célula que, através de divisão assimétrica, dá origem a outra célula filha idêntica e a um progenitor mais comprometido. Deste modo, somente uma pequena fração da neuroesfera corresponde às células-tronco pluripotentes. Como algumas dessas células não estão comprometidas, os efeitos genéticos e sinais do meio ambiente no seu desenvolvimento podem ser manipulados in vitro. Assim sendo, questões fundamentais a respeito dos mecanismos de desenvolvimento neuronal e glial podem ser respondidas. Neuroesferas geralmente são cultivadas em meio contendo FGF-2 (fibroblast growth factor) e EGF (epidermal growth factor) uma vez que a aquisição da responsividade a EGF por precursores neurais é promovida por FGF-2 no início do desenvolvimento in vivo. A omissão destes fatores induz a diferenciação para fenótipos neurais (neurônios, astrócitos e oligodendrócitos). A diferenciação destas células recapitula os passos ocorridos durante o desenvolvimento do córtex e, assim, o efeito de fatores sob este processo pode ser estudado. Estudos anteriores do nosso laboratório mostraram um papel chave para bradicinina na indução da neurogênese e supressão da gliogênese no mesmo tempo.

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