| Processo: | 15/06102-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2015 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Farmácia - Farmacognosia |
| Pesquisador responsável: | Franciane Marquele de Oliveira |
| Beneficiário: | Thalita Marques da Silva |
| Vinculado ao auxílio: | 14/50410-3 - Desenvolvimento de um medicamento de base nanotecnológica oriundo da biodiversidade brasileira para tratamento de Leshmaniose, AP.PIPE |
| Assunto(s): | Leishmaniose |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | extrato purificado | iangambina | Leishmaniose | lignana | louro de cheiro | Farmácia |
Resumo A leishmaniose trata-se de um grupo de doenças tropicais causada por diversas espécies de parasitas protozoários pertencentes ao gênero Leishmania. Dados da WHO mostram que a Leishmaniose usualmente atinge 350 milhões de pessoas em 88 países por todo o mundo com cerca de 1,3 milhões de novos casos anualmente (WHO, 2014). O tratamento contra a leishmaniose é baseado em antimoniais pentavalentes, principalmente em estibogluconato de sódio (Pentostam®) e N-metilglucamina antimoniato (Glucantime®), os quais são utilizados desde 1940. Em casos resistentes, outros fármacos, tais como pentamidina, anfotericina B e paromomicina foram relatados como uma segunda opção, não obstante a sua elevada toxicidade. Estes fármacos são administrados por via parenteral, em esquemas posológicos prolongados (no mínimo 20 dias), são tóxicos e nem sempre efetivos, levando a um tratamento ineficaz. Adicionalmente, relata-se a resistência das cepas, presença de outras doenças associadas e principalmente a baixa seletividade. O desenvolvimento de antiparasitário mais seletivos para leishmania constitui-se num desafio científico e tecnológico, especialmente pelo fato do antiparasitário precisar ser capaz de atingir a Leishmania dentro do fagolisossoma dos macrófagos infectados que ora podem estar na camada dérmica da pele profunda (ASILIAN et al., 2003) no caso da leishmaniose tegumentar americana ora nas células do fígado, baço na leishmaniose visceral. Diferentes estudos têm relatado as atividades farmacológicas promissoras de iangambina, uma lignana da planta Ocotea duckei Vattimo, principalmente como um composto anti-leishmaniose e antitumoral. No entanto, esta lignana tem demonstrado ser geralmente isolada como uma mistura de diastereoisómeros. A este respeito, o presente projeto propõem a separação e quantificação dos diastereoisómeros da iangambina através de HPLC-DAD. Desta forma, a proposta do bolsista TT-1a abrange a obtenção da fração rica em lignóides e seus marcadores a partir da planta Ocotea duckei Vattimo, bem como o desenvolvimento e validação de metodologia analítica para determinação dos marcadores na droga vegetal, extrato bruto e fração lignóide. | |
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