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Seleção de habitat e padrões de movimento de onça pintada (Panthera onca): novos desafios nas análises de informações obtidas por telemetria GPS-satélite

Processo: 14/24921-0
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Pesquisa
Vigência (Início): 03 de agosto de 2015
Vigência (Término): 02 de agosto de 2016
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Recursos Florestais e Engenharia Florestal - Conservação da Natureza
Pesquisador responsável:Ronaldo Gonçalves Morato
Beneficiário:Ronaldo Gonçalves Morato
Anfitrião: Peter Leimgruber
Instituição-sede: Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Mamíferos Carnívoros (CENAP). Instituto Chico Mendes de Conservação de Biodiversidade (ICMBIO). Atibaia , SP, Brasil
Local de pesquisa : Smithsonian Conservation Biology Institute (SCBI), Estados Unidos  
Assunto(s):Conservação biológica   Habitat   Panthera onca   Telemetria

Resumo

A fragmentação de habitat de grandes carnívoros está reduzindo e limitando a movimentação destes na paisagem, influenciando o fluxo gênico e dispersão espaço-temporal. O entendimento de como a fragmentação e a mudança da paisagem afeta os grandes carnívoros, via mudanças do comportamento de movimentação é fundamental para o desenvolvimento de estratégias efetivas e sustentáveis para a conservação destas espécies em longo prazo. Identificar mudanças nos padrões de movimento pode ser útil para entender como as espécies respondem a diferentes ameaças e mudanças da paisagem. Desta forma, estou propondo um estudo único em conservação de predadores topo de cadeia alimentar, usando a onça pintada como modelo, para investigar mudanças nos padrões de movimento da espécie em um gradiente de distúrbios antropogênicos que vão do Pantanal, Caatinga e Mata-Atlântica no Brasil. Integrando nossa base de dados única, com grande quantidade de informação, com novas ferramentas de análises desenvolvidas no SCBI, estou propondo responder questões como: 1) Como a estrutura da paisagem e a densidade populacional humana afetam a movimentação de um predador topo de cadeia?; 2) Estes efeitos são resultado do medo desta nova paisagem, ou seja, limitado pela ação humana?, ou; 3) Estes efeitos são mais indiretos, com impactos humanos reduzindo densidade de presas e então alterando a movimentação de predadores topo de cadeia?. Minha expectativa é que estas análises forneçam novas informações em ecologia de movimento de predadores topo de cadeia, as quais podem ser utilizadas subsidiar estratégias de manejo, como conservação de áreas adequadas e corredores para predadores de topo (e.g. tigre, pumas, leões, leopardos, leopardo das neves). (AU)

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