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Ação da melatonina na heterogeneidade intratumoral verificando pelos marcadores anidrases carbônicas IX e XII em modelo animal de câncer de mama

Processo: 14/16351-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de junho de 2015
Vigência (Término): 31 de maio de 2016
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Patologia Animal
Pesquisador responsável:Debora Aparecida Pires de Campos Zuccari
Beneficiário:Vinicius Augusto Gonçalves Pierri
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (FAMERP). Secretaria de Desenvolvimento Econômico (São Paulo - Estado). São José do Rio Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Melatonina   Anidrases carbônicas   Neoplasias mamárias   Superexpressão gênica   Tomografia por emissão de pósitrons   Modelos animais de doenças

Resumo

O câncer de mama, considerado o comum em mulheres, tem o crescimento tumoral e desenvolvimento de metástases, como a maior causa de evolução e morte das pacientes. O ávido crescimento tumoral dificulta a perfusão sanguínea em algumas regiões resultando em focos de hipóxia, os quais podem exercer uma pressão seletiva sobre o tumor, selecionando subpopulações com características vantajosas para sobreviver em ambientes pouco oxigenados. Cada subpopulação apresenta adaptações distintas dependendo do local que se encontra, caracterizando a heterogeneidade intratumoral. Além disso, diferem quanto a agressividade e resposta ao tratamento, sendo que tratamentos que têm como alvo terapêutico uma população de células tumorais com determinadas características, pode não ser eficientes contra outras populações com características distintas, falhando na erradicação tumoral. Nesse contexto, como a melatonina tem se destacado por seus diversos efeitos oncostáticos, o objetivo deste estudo é avaliar a ação da melatonina sobre a heterogeneidade intratumoral. Detectando regiões hipóxicas intratumorais por imuno-histoquímica com os marcadores anidrase carbônica (CA) IX e CA XII, proteínas intermembrana superexpressas em células tumorais, e posterior comparação com as imagens obtidas pela tomografia por emissão de pósitrons (PET) em modelo animal de câncer de mama tratado ou não com melatonina. (AU)