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Análise comparativa da capacidade aeróbia, força e potência muscular de crianças saudáveis e com mielomeningocele

Processo: 15/05745-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de maio de 2015
Vigência (Término): 03 de julho de 2016
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional
Pesquisador responsável:Ana Cláudia Mattiello-Sverzut
Beneficiário:Joyce Aline Paganelli
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:13/15425-7 - Análise comparativa da capacidade aeróbia, força e potência muscular de crianças saudáveis e com mielomeningocele, AP.R
Assunto(s):Composição corporal   Consumo de oxigênio   Fisioterapia   Força muscular

Resumo

O termo mielomeningocele (MMC) refere-se a uma falha no fechamento do tubo neural durante a gestação, resultando em protrusão das meninges com herniação da medula espinhal e das raízes nervosas. Apesar do amplo conhecimento acerca das manifestações clínicas da MMC, pouco se sabe a respeito das alterações cardiorrespiratórias resultante das anormalidades neuromusculares e ortopédicas que se manifestam nesta doença. Objetivos: Verificar a capacidade aeróbia, força e potência muscular de crianças e adolescente com mielomeningocele que não deambulam (sem marcha comunitária ou domiciliar), comparando com crianças e adolescentes saudáveis, pareados pela idade, sexo e composição corporal. Metodologia: Participarão deste estudo transversal, crianças e adolescentes, de ambos os sexos, com idade entre 6 e 15 anos, separadas em dois grupos: Grupo Não-Deambuladores (G1) - composto por, no mínimo, 15 crianças e adolescentes com mielomeningocele, usuários de cadeira de rodas, que estão em acompanhamento no Ambulatório Neurológico Infantil (NRI) do Hospital das Clínicas da FMRP-USP; e Grupo Controle (G2) - composto por 30 crianças e adolescentes saudáveis pareadas pelo sexo, idade e composição corporal. A avaliação inicial de G1 e G2 será composta por: obtenção de dados antropométricos; composição corporal, bioimpedância elétrica; avaliação da força muscular isométrica dos flexores e extensores do ombro e cotovelo, pelo dinamômetro Hand-Held; mensuração das amplitudes de movimento ativa dos ombros e cotovelos; avaliação da força de preensão palmar, pelo dinamômetro de bulbo; e, avaliação do nível de lesão medular, mediante utilização do protocolo de Hoffer et al. (1973) (somente para G1). Posteriormente, ambos os grupos realizarão o teste de capacidade aeróbia pela cicloergoespirometria de membros superiores, com analisador de gases e monitorização cardíaca com 12 derivações do eletrocardiograma. E, avaliação do torque isométrico através de contração voluntária máxima dos músculos flexores e extensores de ombro e cotovelo, e torques isocinéticos concêntrico de flexão e extensão do ombro e cotovelo, em duas velocidades, 60°s-¹ e 120°s-¹, pelo aparelho isocinético Biodex System 3®. Análise Estatística: serão utilizadas medidas de correlação (Correlação de Pearson, Correlação de Spearman), cálculo de estatísticas de posição central (média, mediana, moda) e de dispersão (desvio padrão, desvio quartílico), testes de hipóteses t (Student), Wilcoxon- Mann-Whitney, F (ANOVA), Kruskal-Wallis, e métodos gráficos de descrição e comparação.