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Economia política e defaults soberanos endógenos

Processo: 15/04289-0
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado
Vigência (Início): 01 de setembro de 2015
Vigência (Término): 31 de julho de 2016
Área do conhecimento:Ciências Sociais Aplicadas - Economia - Economia Internacional
Pesquisador responsável:Bernardo de Vasconcellos Guimaraes
Beneficiário:André Sander Diniz
Supervisor no Exterior: Fernando Broner
Instituição-sede: Escola de Economia de São Paulo (EESP). Fundação Getúlio Vargas (FGV). São Paulo , SP, Brasil
Local de pesquisa : Universitat Pompeu Fabra (UPF), Espanha  
Vinculado à bolsa:14/23849-4 - Ensaios sobre finanças internacionais: default soberano, política fiscal e intermediação financeira, BP.DR
Assunto(s):Política fiscal   Economia política   Dívida

Resumo

Este projeto é dedicado ao estudo de crises de dívida e sua relação com a economia política da política fiscal. Modelos tradicionais de default endógeno assumem governantes que são sempre benevolentes e gerenciam a dívida soberana ao longo do tempo para suavizar o consumo intertemporal do agente representativo. No entanto, quase nunca são analisados fatores políticos que podem influenciar a ação dos indivíduos que detém o poder, modificando incentivos para emissão de dívida e decisão de default. Dessa forma, nossa proposta é incorporar fricções de economia política a um modelo de default endógeno, descartando a hipótese do governo como agente benevolente e motivando-o como um agente econômico com interesses próprios, que maximiza algum tipo de função objetivo. A principal questão é se a presença de políticos com interesses particulares pode mudar as decisões de dívida ótimas e gerar diferentes incentivos para default, assumindo que as ações desses políticos são de alguma forma avaliadas pela sociedade e potencialmente influenciam resultados eleitorais. Após construir esse modelo, a intenção é analisá-lo quantitativa e qualitativamente e comparar os resultados com aqueles da literatura atual, possivelmente utilizando-o também para análise de política econômica. (AU)