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Associação entre o ácido úrico plasmático e a espessura da camada média-intimal da carótida comum em pacientes do ELSA

Processo: 15/09771-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de junho de 2015
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2016
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Metabolismo e Bioenergética
Pesquisador responsável:Flavia Carla Meotti
Beneficiário:Karolline Pereira do Nascimento
Instituição-sede: Instituto de Química (IQ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:11/18106-4 - Oxidação do ácido úrico pela enzima mieloperoxidase em processos inflamatórios e as implicações sobre o sistema cardiovascular, AP.JP
Assunto(s):Doenças cardiovasculares   Fatores de risco para doença cardiovascular   Ácido úrico   Antioxidantes   Inflamação   Alantoína   Peroxidase

Resumo

Vários estudos têm sugerido que o ácido úrico plasmático é um importante, fator de risco independente para o desenvolvimento das doenças cardiovasculares (DCV). No entanto, a hiperuricemia tem sido apontada como participante do mecanismo patogênico relacionado à formação do processo aterosclerótico, mediado pela ação da enzima mieloperoxidase (MPO), a qual utiliza o ácido úrico como substrato para a formação de agentes oxidantes, levando ao desequilíbrio no balanço redox celular, dando curso a um processo inflamatório no ambiente vascular. A medida da espessura da camada media-intimal das carótidas (IMT) por ultrassonografia é um método amplamente usado como um marcador importante para as doenças ateroscleróticas e diretamente associado com o risco de doenças cardiovasculares. Apesar de alguns estudos relatarem forte associação entre o aumento da IMT das carótidas e as doenças cardiovasculares, ainda há necessidade de esclarecer o papel do ácido úrico e de seus correspondentes biológicos como a alantoína e a xantina na progressão da aterogênese.