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Avaliação do estresse oxidativo em ratos com artrite reumatóide após administração de nanopartículas de ouro ferromagnéticas

Processo: 15/05383-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de junho de 2015
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2016
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Farmácia - Análise Toxicológica
Pesquisador responsável:Maria Fernanda Hornos Carneiro
Beneficiário:Ana Flavia do Bem Afonso
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Nanotoxicologia   Artrite reumatoide   Artrite experimental   Estresse oxidativo   Materiais nanoestruturados   Nanopartículas de ouro   Propriedades físico-químicas   Processos terapêuticos   Modelos animais de doenças

Resumo

A artrite reumatóide (AR) é uma doença crônica inflamatória sistêmica, auto-imune e sem cura que acomete os tecidos sinoviais gerando dor, rigidez e inflamação. Medicamentos contendo o metal ouro (Au) têm demonstrado bons resultados na melhora dos sintomas da AR. No entanto, devido à elevada toxicidade do metal e sua ampla distribuição pelos tecidos, vários efeitos colaterais são observados durante o tratamento. Mais recentemente, os nanomateriais vêm ganhando expressiva atenção, principalmente pelas suas características físico-químicas que conferem ação mais potente e consequente redução da quantidade aplicada, além do seu potencial para ligação a sistemas inteligentes - que podem tanto controlar a liberação como direcionar ao alvo de interesse. Na presente proposta, pretende-se avaliar o estresse oxidativo em ratos com AR induzida por colágeno após administração de nanopartículas de Au ligadas a nanopartículas de óxido de ferro superparamagnéticas (SPIONs). Para tal, ratos Wistar machos adultos com e sem AR induzida serão divididos nos seguintes grupos de tratamento (n=6/grupo): 1) Controles negativos (sem indução de AR); 2) Controles positivos (com indução de AR, tratamento com SPIONS sem Au); 3) SPIONs contendo Au; 4) Nanopartículas de Au coloidal e 5) Metotrexato (0,1 mg/kg). A avaliação do estresse oxidativo compreenderá determinação das concentrações de F2 isoprostanos, glutationa, e atividades de glutationa peroxidase e catalase. Como haverá focalização e direcionamento do agente terapêutico à região afetada potencialmente encontrar-se-á minimização dos efeitos colaterais e tóxicos bastante frequentes no processo terapêutico convencional da AR (metotrexato), o que será avaliado pelos parâmetros de estresse oxidativo previstos no presente projeto.

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