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Efeito das altas concentrações de ácido fólico no metabolismo de minerais e no estresse oxidativo

Processo: 14/23195-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de julho de 2015
Vigência (Término): 01 de setembro de 2018
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Convênio/Acordo: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:Elvira Maria Guerra Shinohara
Beneficiário:Cecília Zanin Palchetti
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):17/23652-4 - Suprimento de ácido fólico: revisão sobre a segurança e efeitos toxicológicos em populações, BE.EP.PD
Assunto(s):Estresse oxidativo   Ácido fólico   Cobre   Hematologia   Selênio   Zinco

Resumo

O ácido fólico (AF) tem sido prescrito no Brasil, em concentração de 5mg/dia, para pacientes que apresentam anemias hemolíticas, para mulheres que desejam engravidar e também, para mulheres com história de fetos com defeitos do fechamento do tubo neural (DFTNs). Além disto, o AF também é proveniente da dieta alimentar, inclusive de alimentos fortificados. Não são conhecidas as possíveis consequências de altas concentrações de AF no metabolismo do cobre, zinco e selênio, bem como, se há ou não interferência no estresse oxidativo destes indivíduos, considerando também o consumo alimentar. Desse modo, o objetivo do projeto de pós-doutoramento é avaliar o efeito das concentrações de ácido fólico, em indivíduos que fazem uso de 5mg/dia, ou mais de AF como terapêutica, no metabolismo do cobre, zinco e selênio, verificando a possível associação com marcadores do estresse oxidativo e da inflamação em dois grupos em um estudo caso-controle: 1- mulheres não grávidas com história de aborto espontâneo recorrente e que fizeram uso terapêutico com AF e 2- mulheres não grávidas e saudáveis que não fazem uso terapêutico com AF e pareadas com o grupo citado anteriormente (quanto à idade, índice de massa corpórea e cor declarada da pele). Também será avaliado o efeito do AF em um estudo prospectivo, no qual 30 indivíduos saudáveis (15 homens e 15 mulheres com idades entre 20 a 35 anos) serão submetidos à ingestão diária de 5 mg de AF. Neste estudo será colhida amostra de sangue antes da intervenção e após, a cada 30 dias até um período máximo de 6 meses. Serão coletados 50 mL de sangue em jejum de 8 horas para a determinação das concentrações de: ácido fólico (sérico, sangue total e não metabolizado), hemograma, proteína C reativa ultrassensível, lactato desidrogenase, homocisteína total, cobre, zinco, selênio, marcadores de estresse oxidativo. O consumo alimentar será avaliado por meio de 3 recordatorios 24h e pelo questionário de frequência alimentar, os dados serão posteriormente avaliados pelo programa NDSR. (AU)

Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
PALCHETTI, CECILIA ZANIN; PANIZ, CLOVIS; DE CARLI, EDUARDO; MARCHIONI, DIRCE M.; COLLI, CELIA; STELUTI, JOSIANE; PFEIFFER, CHRISTINE M.; FAZILI, ZIA; GUERRA-SHINOHARA, ELVIRA MARIA. Association between Serum Unmetabolized Folic Acid Concentrations and Folic Acid from Fortified Foods. JOURNAL OF THE AMERICAN COLLEGE OF NUTRITION, v. 36, n. 7, p. 572-578, 2017. Citações Web of Science: 0.

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