| Processo: | 15/00060-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 10 de abril de 2017 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Genética - Genética Vegetal |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Antonio Vargas de Oliveira Figueira |
| Beneficiário: | Jamille Santos da Silva |
| Instituição Sede: | Centro de Energia Nuclear na Agricultura (CENA). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Hormônios vegetais Tomateiro Solanum lycopersicum |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | biotrófico | Estresse biótico | Necrotrófico | patógenos | Sinalização | Interação Planta-Patógeno |
Resumo O tomateiro (Solanum lycopersicum L.) é uma planta modelo para estudos fisiológicos e genéticos relacionados ao estresse biótico, pois este é afetado por uma enorme diversidade de patógenos. A cultivar Micro-Tom, em especial, apresenta vantagens em relação às demais pelo seu tamanho e ciclo reduzidos. Patógenos de plantas são frequentemente divididos em biotróficos, necrotróficos e hemibiotróficos de acordo com seu mecanismo de infecção e, consequentemente, distintas respostas do hospedeiro são ativadas. Entre as doenças fúngicas, a pinta preta causada por espécies de Alternaria (necrotrófico) e o biotrófico oídio (Oidium sp.) apresentam mecanismos de infecção pouco conhecidos podendo servir como modelos da interação planta-patógeno de estilos de vida contrastantes. A resposta da planta a patógenos são reconhecidamente reguladas por hormônios vegetais. Classicamente, considera-se que a sinalização por ácido salicílico é requerida para resistência a patógenos biotróficos, enquanto que a combinação de ácido jasmônico e etileno são requeridos para a resistência a necrotróficos. Porém, foi observado em nosso laboratório que giberelina parece participar na sinalização à infecção por Oidium, visto que um número reduzido e tardio de sintomas foi observado nos mutantes para sinalização deste hormônio. Mesmo assim, existem poucas informações sobre os mecanismos moleculares destas respostas regulados por estes e outros hormônios, particularmente no caso destes fungos. Assim, o objetivo deste trabalho é investigar o papel dos hormônios vegetais, que respondam diferencialmente à infecção, na alteração do perfil transcricional de folhas destacadas de mutantes e transgênicos de 'Micro-Tom' com percepção ou síntese hormonais alterada em resposta a infecção por Alternaria e Oidium. O projeto será desenvolvido em três etapas. A primeira será realizada com objetivo de caracterizar os sintomas de 'Micro-Tom' em resposta à infecção por Oidium e Alternaria e através da expressão de genes marcadores hormonais determinar o tempo de coleta para avaliação de transcritos. Na segunda etapa, mutantes e linhagens transgênicas hormonais de 'Micro-Tom' serão avaliados com base no grau de severidade dos sintomas e dois mutantes mais contrastantes serão selecionados. Na terceira, será avaliado o papel destes hormônios na expressão diferencial de transcritos em resposta à infecção. Com análise deste conjunto de informações, pretende-se oferecer conhecimento dos possíveis mecanismos de resistência via sinalização hormonal que as plantas podem possuir em resposta à defesa a patógenos com estilos de vida contrastantes no início do processo de infecção. (AU) | |
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