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Reservatórios proteicos a partir de multicamadas depositadas em filmes de PLLA e PCL

Processo: 15/10009-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de julho de 2015
Vigência (Término): 31 de outubro de 2017
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Química - Química Orgânica
Pesquisador responsável:Luiz Henrique Catalani
Beneficiário:Giovanne Delechiave
Instituição-sede: Instituto de Química (IQ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:11/21442-6 - Polímeros sintéticos e naturais aplicados à engenharia de tecido, AP.TEM
Bolsa(s) vinculada(s):16/22778-1 - Hidrogéis mecânicos responsivos de DNA via rolling circle amplification e automontagem por layer-by-layer, BE.EP.IC
Assunto(s):Poliésteres   Biopolímeros   Engenharia tecidual   Técnica de automontagem

Resumo

A recente demonstração pelo grupo da produção de multicamadas automontadas LbL (layer-by-layer) de polieletrólitos como heparina (HEP) e quitosana (CHI) carregados de sinalizadores celulares como fatores de crescimento de fibroblastos (fibroblast growth fator, FGF) abre uma grande perspectiva de utilização destes como dispositivos para engenharia de tecidos. Assim, o próximo nível de investigação requer a montagem destes mesmos depósitos em membranas de arquitetura adequada ao crescimento celular e implantes. Entretanto, uma etapa intermediária e obrigatória é o estudo da montagem dessas camadas sobre filmes de poliésteres, pois há uma variedade de técnicas para confirmar a auto-associação das multicamadas em superfícies planas, mas não em materiais porosos como as malhas eletrofiadas. Neste projeto, pretende-se demonstrar que tais reservatórios podem igualmente ser montados sobre filmes de polímeros de interesse na área de biomateriais, como o poli(L-lactídeo) (PLLA) e a poli(caprolactona) (PCL). Por ser um projeto desenhado a um aluno de IC, a proposta é limitada ao teste sobre filmes produzidos pelas técnicas de spin-coating, casting ou hot-press. Além disso, utilizaremos a lisozima (LYS) e soroalbumina bovina (BSA) como proteínas modelo de caráter básico e ácido, respectivamente. Pretende-se, desta forma, agregar estas informações essenciais ao desenvolvimento de novos reservatórios de sinalizadores celulares e sua utilização em engenharia de tecidos. (AU)