| Processo: | 15/10714-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2017 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia de Ecossistemas |
| Pesquisador responsável: | Alessandra Tomaselli Fidelis |
| Beneficiário: | Gabriella de Faria Oliveira Damasceno Ribeiro |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Rio Claro. Rio Claro , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 15/06743-0 - Como a época do fogo afeta a vegetação do cerrado?, AP.JP |
| Assunto(s): | Fogo Manejo Invasão biológica Cerrado Melinis minutiflora |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | cerrado | fogo | Invasão biológica | manejo | Melinis minutiflora | Urochloa decumbens | Invasão Biológica |
Resumo Espécies invasoras são aquelas distribuídas para além de sua área de ocorrência natural e que são capazes de se expandir espontaneamente nos locais invadidos. No processo de colonização elas excluem competitivamente as espécies nativas, acarretando perda de biodiversidade e alteração das funções ecossistêmicas. Apesar da grande quantidade de espécies de gramíneas nativas do Cerrado que poderiam ser utilizadas como forrageiras, a vegetação nativa é substituída por pastagens cultivadas para alimentação de bovinos. Melinis minutiflora e Urochloa decumbens são gramíneas africanas utilizadas para esse fim e que em virtude de sua eficiência biológica tornam-se invasoras agressivas, representando uma das maiores ameaças à conservação das formações campestres e savânicas do Cerrado. O fogo é elemento naturalmente recorrente na história destes ambientes e em virtude de seu baixo custo operacional e de sua aplicabilidade em áreas extensas apresenta-se como promissora ferramenta no manejo de gramíneas invasoras. Este trabalho está sendo desenvolvido em áreas de campo sujo invadido por M. minutiflora e U. decumbens no município de Itirapina, SP. O objetivo geral do estudo é avaliar o efeito de diferentes épocas de queima sobre as espécies invasoras, as nativas e comunidade como um todo, buscando avaliar qual seria o melhor momento para a utilização de queimadas prescritas no controle das espécies invasoras. Esperamos contribuir com o desenvolvimento de técnicas de manejo para o controle das invasões biológicas e, por conseguinte, para a restauração de áreas degradadas e a conservação da biodiversidade do Cerrado. | |
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