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Efeitos da exposição à fumaça do cigarro na plasticidade sináptica no início do período pós-natal de camundongos

Processo: 15/09909-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de julho de 2015
Vigência (Término): 30 de junho de 2016
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Toxicologia
Pesquisador responsável:Tania Marcourakis
Beneficiário:Andreza Izidoro de Souza
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Assunto(s):Fumaça de cigarro

Resumo

No início do desenvolvimento do sistema nervoso central (SNC) diversos agentes neurotóxicos, como a nicotina e a fumaça do cigarro, podem influenciar diferentes mecanismos que caracterizam esta fase. Tendo em vista estes eventos, este projeto visa aprofundar a compreensão dos efeitos da exposição à fumaça do cigarro durante o início do período pós-natal no desenvolvimento do SNC e as possíveis consequências na adolescência e na fase adulta. O foco desse estudo é a transmissão sináptica. Durante o desenvolvimento há contínua sinaptogênese devido à plasticidade sináptica, que ocorre em consequência às experiências e aos estímulos ambientais. Portanto, a sinaptogênese e a plasticidade sináptica são processos dependentes que ocorrem simultaneamente e possuem um importante papel nas principais fases do desenvolvimento. Camundongos C57/BL serão expostos à fumaça do cigarro 3R4F (0,8 mg de nicotina/cigarro) a partir do 3° dia de vida (P3) até o 14° dia (P14) por duas horas diárias (uma hora cada exposição às 9 h e às 16 h). Os animais (n=7) serão eutanasiados em P15 (infância), P35 (adolescência) e P65 (adulto). No hipocampo, cerebelo, estriado e tronco encefálico serão quantificados marcadores da plasticidade sináptica, como a sinapsina, sinaptofisina, sinaptobrevina e sinaptotagamina por western-blotting.