| Processo: | 14/26455-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2017 |
| Área de conhecimento: | Ciências Humanas - Ciência Política - Política Internacional |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Janina Onuki |
| Beneficiário: | Vinícius Guilherme Rodrigues Vieira |
| Instituição Sede: | Instituto de Relações Internacionais (IRI). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 16/07997-9 - O terceiro nível: regiões como modelo para a ação estatal na sociedade internacional, BE.EP.PD |
| Assunto(s): | Relações internacionais |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Jogos de Dóis Níveis | Regime de Comércio | Regime Nuclear | Regimes Internacionais | teoria de relações internacionais | Economia Política Internacional |
Resumo Este projeto propõe investigar o mútuo impacto entre os níveis doméstico, regional e global na percepção de Estados soberanos quanto à adesão a regimes internacionais, assim como desenvolver um modelo teórico para tal análise. Tal modelo fundamenta-se no conceito sociológico de campos, brevemente definidos como espaços sociais em que atores competem e cooperam com o objetivo de manter e, se possível, ampliar seu poder. Identificamos no mundo contemporâneo dois campos que estruturam os níveis doméstico, regional e global: o mercado, no qual atores sociais expressam seus interesses econômico-materiais, e a sociedade, em que eles disputam pela primazia de seus valores normativos. Assim, nossa principal hipótese é que os Estados, ao definirem sua participação em regimes internacionais, levam em conta a dinâmica de ambos os campos. Porém, diferentemente dos modelos atualmente empregados pelas várias escolas teóricas de Relações Internacionais, não trabalhamos com a dicotomia entre os níveis doméstico e internacional. Propomos a existência de um terceiro nível, o regional. Portanto, com base na dinâmica dos campos do mercado e da sociedade nesse nível, Estados definiriam prioridades domésticas e internacionais e, por conseguinte, a adesão ou não a regimes. Para desenvolver o modelo teórico, propomos comparar a atuação de Brasil e Índia nos regimes comercial e nuclear desde os anos 1990, argumentando que suas respectivas escolhas decorrem da dinâmica regional na qual cada um desses Estados está inserido. Com uma vizinhança pacificada e economicamente integrada, o Brasil percebeu os regimes da Organização Mundial do Comércio (OMC) e de Não-Proliferação (NPT) de maneira mais benigna que a Índia, país que ainda enfrenta tensões militares e político-econômicas em seu contexto regional. (AU) | |
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