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Carcinoma de células transicionais de bexiga: estudo de modificações pós-transcricionais e de proteínas de ligação ao RNA

Processo: 15/10129-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de julho de 2015
Vigência (Término): 31 de agosto de 2015
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Genética - Genética Humana e Médica
Pesquisador responsável:Daisy Maria Favero Salvadori
Beneficiário:Fernando Augusto Santos de Oliveira
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FMB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:14/05386-7 - Carcinoma de células transicionais de bexiga: estudo de modificações pós-transcricionais e de proteínas de ligação ao RNA, AP.R
Assunto(s):Mutagênese

Resumo

O câncer caracteriza-se como um grave problema de saúde pública. Particularmente o câncer de bexiga, representa uma das neoplasias de maior custo para os sistemas de saúde, especialmente por conta do necessário acompanhamento clínico de rotina (citologia urinária e citoscopia) e da alta taxa de recorrência. No entanto, devido à complexidade dos sistemas biológicos, pouco é conhecido sobre os mecanismos moleculares responsáveis pelos carcinomas uroteliais. A literatura mostra que no câncer há envolvimento de uma rede complexa de vias de regulação gênica e proteica que termina por afetar um grande número de processos celulares como apoptose, proliferação, invasão, crescimento etc. Nesse contexto, merecem destaque as proteínas de ligação ao RNA (RPBs), os reguladores pós-transcricionais de expressão gênica, especialmente envolvidos no splicing, poliadenilação, estabilidade, degradação e transporte de RNAs e tradução. Para investigar o impacto das RPBs, dos eventos de processamento de RNAs e do perfil de expressão proteica no desenvolvimento dos diferentes graus do tumor de bexiga, o presente estudo propõe avaliar biópsias de 60 pacientes com câncer de bexiga (30 tumores de baixo grau e 30 tumores de alto grau). Dez biópsias de bexiga de pacientes com hiperplasia prostática serão utilizadas como controle. Espera-se que os resultados possam contribuir para o esclarecimento dos mecanismos de tumorigeneses e fornecer informações relevantes para a identificação de biomarcadores de diagnótico precoce, prognóstico e tratamento dos carcinomas uroteliais.