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Análise comparativa de neurônios derivados de células-tronco pluripotentes induzidas (iPSC) para avaliar a associação da Doença de Gaucher e Doença de Parkinson

Processo: 14/24587-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de agosto de 2015
Vigência (Término): 31 de julho de 2019
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Genética - Genética Humana e Médica
Convênio/Acordo: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:Lygia da Veiga Pereira
Beneficiário:Fabiano Tófoli de Araújo
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:13/08135-2 - CTC - Centro de Terapia Celular, AP.CEPID
Assunto(s):Doença de Parkinson   Doença de Gaucher   Neurônios dopaminérgicos   Células-tronco pluripotentes induzidas   Diferenciação neuronal

Resumo

Trabalhos recentes têm demonstrado uma associação da Doença de Gaucher (DG) e Doença de Parkinson (DP). Como o mecanismo desta associação ainda é desconhecido, atualmente é impossível afirmar se um mecanismo de ganho de função ou de perda de função está envolvido no maior risco de portadores com a mutação no gene GBA apresentar Parkinsonismo. As células-tronco pluripotentes induzidas (iPSC) é um valioso sistema experimental para estudar doenças neurodegenerativas mais complexas com predisposição genética, bem como doenças metabólicas conhecidas por terem predisposição familiar, entretanto a contribuição genética ainda permanece desconhecida. Nosso objetivo é usar a tecnologia de iPSC para compreender os mecanismos envolvidos na associação de mutações GBA e Parkinsonismo a fim de estudar sua neurogenese in vitro e analisar o ambiente celular. Especificamente, vamos comparar o perfil de expressão diferencial dos neurônios dopaminérgicos dos diferentes pacientes em seis tipos de amostras (1 - Pacientes com Doença de Gaucher tipo 1, 2 and 3; 2 - Pacientes com Parkinsonismo heterozigotos para a mutação no gene GBA; 3 - Paciente com Parkinsonismo com Doença de Gaucher; 4 - Pacientes com Parkinsonismo sem mutação no gene GBA; 5 - Indivíduos heterozigotos para mutações no gene GBA sem a presença de Parkinsonismo; 6 - Controles normais) e pretendemos identificar as possíveis vias envolvidas na associação de DG e PD. Amostras de do sangue periférico obtidos a partir de pacientes diagnosticados em nosso laboratório serão usadas para estabelecer as linhagens de iPSC humana, introduzindo um conjunto de fatores de transcrição ligados a pluripotência, que podem reprogramar diretamente células somáticas humanas para produzir iPSC. Após o estabelecimento das linhagens de iPSC humanas de DG e DP, faremos uma análise comparativa do crescimento e diferenciação dos neurônios dopaminérgicos, observando expressão diferencial dos genes. (AU)