Busca avançada
Ano de início
Entree

Impacto da oxidação química por persulfato em solo tropical: avaliação em sistemas de transporte 1-D

Processo: 15/11199-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de agosto de 2015
Vigência (Término): 30 de abril de 2017
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia Sanitária - Saneamento Ambiental
Convênio/Acordo: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:Juliana Gardenalli de Freitas
Beneficiário:Mariana Favero
Instituição-sede: Instituto de Ciências Ambientais, Químicas e Farmacêuticas (ICAQF). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus Diadema. Diadema , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:11/12158-2 - Remediação de solos e águas subterrâneas contaminadas por NAPLs utilizando oxidação química, AP.JP
Assunto(s):Remediação ambiental   Águas subterrâneas   Oxidação química   Solo tropical

Resumo

A oxidação química in situ (ISCO, do inglês in situ chemical oxidation) tem sido aplicada com frequência na remediação de áreas contaminadas por compostos orgânicos. Esta técnica consiste na injeção de uma solução oxidante a fim de degradar o contaminante-alvo e minimizar seus efeitos nocivos à saúde humana e qualidade ambiental. O persulfato é um oxidante de uso crescente por possuir características vantajosas, como estabilidade em meio subterrâneo e capacidade de reagir com uma grande variedade de compostos orgânicos. No entanto, os impactos da oxidação nas propriedades dos solos, e consequentemente no transporte de solutos e na eficiência da remediação, são pouco conhecidos. Neste sentido, este projeto tem como proposta avaliar as alterações físicas em um solo tropical resultante do processo de oxidação com persulfato de potássio. Para isso, serão realizados experimentos de transporte em sistemas unidimensionais através de colunas indeformadas de um Latossolo Vermelho. Serão avaliadas as alterações nos parâmetros de transporte, como dispersividade, condutividade hidráulica e micromorfologia do solo após a oxidação. Além disso, será verificada a influência deste oxidante na sorção de um contaminante de interesse ambiental. Como resultado, espera-se obter informações suficientes para ampliar o desenvolvimento da oxidação química in situ no Brasil. (AU)