| Processo: | 14/26041-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2018 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Clínica e Cirurgia Animal |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Roberto Calderon Gonçalves |
| Beneficiário: | Gabriela Nascimento Dantas |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Neonatologia veterinária Glutationa Hemogasometria Bovinos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | bovinos | clone | Função respiratória | glutationa | hemogasometria | Neonatologia Veterinária | Neonatologia Veterinária |
Resumo O sucesso da adaptação neonatal está diretamente relacionado com o estabelecimento de função respiratória que possibilite trocas gasosas eficientes. O neonato passa bruscamente do ambiente fisiologicamente hipóxico uterino para a hiperóxia do ar respirado após o nascimento. Com isso, são produzidos radicais livres provenientes do oxigênio que podem estar associados ao aparecimento do estresse oxidativo, condição que vem sendo associada com diversas enfermidades. Bezerros originados por FIV e Clonagem Animal apresentam alguns problemas ao nascimento, principalmente disfunções respiratórias, e devido ao seu alto valor genético e econômico, requerem do Médico Veterinário diagnóstico precoce e terapia eficaz em caso de má-adaptação neonatal. O objetivo deste trabalho será comparar a influência dos três métodos de concepção (IA, FIV e CA) sobre o estresse oxidativo, adaptação pós-natal e função pulmonar de recém-nascidos da espécie bovina. Para isso, serão utilizados 20 bezerros hígidos provenientes de Inseminação Artificial (Grupo Controle), 20 neonatos originados por Fertilização In Vitro e 20 recém-nascidos oriundos de Clonagem Animal. Todos os 60 animais serão monitorados do nascimento até 48 horas de vida, com avaliações realizadas com 0, 6, 12, 24 e 48 horas de vida. Nesses momentos, serão realizados: exame físico, hemogasometria arterial (mensuração de pH, pressões parciais de oxigênio e de gás carbônico, bicarbonato, saturação de oxigênio, dióxido de carbônico total e excesso de base) e verificação de biomarcadores do estresse oxidativo (determinação indireta da atividade enzimática da Superóxido Dismutase e Glutationa Peroxidase e das concentrações Glutationa Total e Substâncias Reativas ao Ácido Tiobarbitúrico no sangue periférico, por método colorimétrico, além da dosagem de Ferro sérico). Ao nascimento também serão realizados Escore Apgar e medidas de comprimento de coluna e amplitude respiratória. Além disso, a duração do período gestacional e o tipo de parto também serão registrados, para que seja possível verificar se essas duas variáveis interferem no estresse oxidativo sistêmico ou na adaptação respiratória pós-natal. (AU) | |
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