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Conjunto ferroviário da Estação Guanabara (Campinas, SP): estudo sobre práticas de preservação e usos sociais do patrimônio ferroviário

Processo: 15/07596-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de agosto de 2015
Vigência (Término): 31 de outubro de 2017
Área do conhecimento:Ciências Sociais Aplicadas - Arquitetura e Urbanismo
Convênio/Acordo: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:Eduardo Romero de Oliveira
Beneficiário:Priscila Kamilynn Araujo dos Santos
Instituição-sede: Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação (FAAC). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Bauru. Bauru , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):15/25207-2 - Diretrizes e boas práticas de preservação para o patrimônio industrial ferroviário, BE.EP.MS
Assunto(s):Ferrovias   Patrimônio cultural   Preservação arquitetônica

Resumo

Esta proposta versa sobre os usos sociais do patrimônio ferroviário através de um exame detalhado dos imóveis edificados a partir de 1893 pela Companhia Mogiana de Estradas de Ferro na esplanada da Estação Guanabara (estação, prédios de armazéns e de manutenção, vila ferroviária e área esportiva). A fim de refletir sobre práticas de preservação e usos dos conjuntos históricos pelos agentes sociais. De maneira específica, identificaremos o estado atual e usos dos diferentes edifícios da esplanada (propriedade, uso, proteção legal, estado de conservação e intervenção). Diagnosticaremos políticas de preservação no âmbito municipal e estadual que atinjam este conjunto (legislação patrimonial, órgãos de preservação cultural, proteção legal existente sobre o conjunto, legislação urbana e plano diretor). Verificaremos se há projetos de reutilização e preservação que contemplam outros edifícios na esplanada ferroviária estudada. Além de refletirmos sobre as recomendações patrimoniais e práticas contemporâneas em relação a conjuntos históricos (usos, projetos de intervenções e instituições responsáveis), em particular sobre o patrimônio industrial e ferroviário no Brasil e alguns casos relevantes no âmbito internacional. Para tanto, a metodologia de trabalho escolhida, inclui levantamentos bibliográficos e documentais nos relatórios da Companhia Mogiana, nas entidades atualmente responsáveis pelos prédios, bem como aos órgãos de preservação, Prefeitura e periódicos locais. Ademais, serão realizadas entrevistas com os gestores por cada um dos bens estudados e aplicação da ficha de inventário do patrimônio edificado industrial (elaborada pelo Projeto Memória Ferroviária). (AU)