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Estudo crítico retrospectivo dos resultados do tratamento de casos de ruptura de ligamento cruzado cranial em cães (canis familiaris), no laboratório de Ortopedia e Traumatologia comparada do Departamento de Cirurgia da FMVZ/USP, entre 2006-2014

Processo: 14/26028-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de agosto de 2015
Vigência (Término): 31 de julho de 2016
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Cirurgia
Pesquisador responsável:Cassio Ricardo Auada Ferrigno
Beneficiário:Monize Lários Silveira
Instituição-sede: Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Ortopedia   Cães

Resumo

A ruptura de ligamento cruzado cranial (RLCCr) é uma das afecções ortopédicas mais comuns em cães, principalmente em raças de porte grande e em animais obesos, podendo ser parcial ou completa. A incidência de lesões no ligamento cruzado cranial (LCCr) é alta em cães idosos, animais com anormalidades anatômicas e artropatias imunomediadas. Em animais jovens, ocorre principalmente em raças que possuem os joelhos pouco angulados, devido a sua conformação anatômica. A RLCCr está envolvida com processos degenerativos articulares do próprio ligamento, sendo raramente de origem traumática. Com o comprometimento do LCCr há uma instabilidade da articulação que resulta em outras afecções, incluindo lesão de menisco medial e osteoartrose. Apesar da ampla variedade de técnicas disponíveis, o tratamento ideal para esta condição ortopédica permanece indeterminado. A abordagem cirúrgica é a mais indicada para a estabilização da articulação fêmoro-tíbio-patelar, podendo ser utilizadas técnicas intracapsulares, extracapsulares e osteotomias corretivas.O presente estudo visa avaliar as condições das articulações dos joelhos e sua funcionalidade comparando as diferentes técnicas cirúrgicas. Através deste estudo será feita uma análise dos resultados retrospectivos pós-operatórios, comparando as diferentes técnicas utilizadas, por meio da avaliação do grau de claudicação, tempo de consolidação das osteotomias, satisfação do proprietário e complicações pós-cirúrgicas.