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Avaliação da membrana de quitosana, impregnada ou não com nanopartículas de prata, na cicatrização de feridas cirúrgicas, em equinos

Processo: 15/10269-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de agosto de 2015
Vigência (Término): 31 de julho de 2017
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Clínica e Cirurgia Animal
Pesquisador responsável:Renata Gebara Sampaio Dória
Beneficiário:Vinicius Marques Rollim
Instituição-sede: Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA). Universidade de São Paulo (USP). Pirassununga , SP, Brasil
Assunto(s):Cirurgia veterinária   Cicatrização   Ferimentos e lesões   Biomateriais   Nanopartículas de prata   Quitosana   Laparotomia   Equinos   Estudo clínico

Resumo

A cólica, em equinos, é uma manifestação de dor visceral abdominal, que muitas vezes necessita de atendimento cirúrgico imediato para resolução. A laparotomia mediana é a principal via de acesso, que expõe a maior quantidade de órgãos, facilitando as manobras cirúrgicas. As principais complicações decorrentes de uma cirurgia de cólica são as infecções incisionais e as hérnias incisionais. As infecções incisionais retardam a cicatrização da ferida cirúrgica, aumentando o período de convalescença do animal e podem culminar em hérnias incisionais, que possuem ocorrência relacionada ao retardo cicatricial e enfraquecimento tecidual, devido à contaminação endógena, infecção e inflamação no local da ferida cirúrgica. Além disso, a grande maioria dos equinos com abdômen agudo são animais endotoxêmicos, condição que atrasa a cicatrização da ferida cirúrgica e favorece a ocorrência de infecções incisionais e hérnias incisionais. Neste estudo será avaliado o comportamento de membranas de quitosana, impregnadas ou não com nanopartículas de prata, implantadas no tecido subcutâneo, da região abdominal lateral dorsal esquerda (flanco esquerdo) de equinos, por meio da observação da sua capacidade de auxiliar na cicatrização de feridas cirúrgicas, evitando infecções e ou deiscência de sutura. Será avaliada também, a ocorrência de reações inflamatórias devido à presença da membrana de quitosana, buscando-se avaliar possível rejeição ao material implantado. Com este estudo, será possível verificar a resposta dos equinos frente ao implante de quitosana, impregnado ou não com nanopartículas de prata, visando sua futura utilização no tecido subcutâneo de feridas de laparotomia exploratória.