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Adubação potássica em mandioca de mesa

Processo: 15/11683-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de setembro de 2015
Vigência (Término): 31 de agosto de 2016
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitotecnia
Pesquisador responsável:Adalton Mazetti Fernandes
Beneficiário:Gabriela Hellmeister
Instituição-sede: Centro de Raízes e Amidos Tropicais (CERAT). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Assunto(s):Potássio   Nutrição mineral de plantas   Manihot esculenta

Resumo

O potássio (K) é o nutriente absorvido e exportado em maiores quantidades pela cultura da mandioca. Porém, em solos de textura arenosa o K pode ser perdido mais facilmente por lixiviação, sendo que nesses solos a resposta da mandioca a aplicação de K é maior. No entanto, considerando que a mandioca apresenta ciclo longo e crescimento inicial lento, pode ser que a aplicação de K apenas na fase de implantação da cultura não seja suficiente para garantir produtividades satisfatórias, principalmente em condições de solo arenoso. Assim, o objetivo deste trabalho é avaliar o efeito de doses e formas de parcelamento da adubação potássica sobre a produtividade e qualidade das raízes tuberosas da mandioca de mesa cultivada em solo arenoso. O experimento será conduzido no delineamento experimental de blocos ao acaso, no esquema fatorial 3x4+1, com quatro repetições. Os tratamentos serão constituídos por 3 doses de K2O (45, 90 e 180 kg ha-1) combinadas com 4 formas de parcelamento (1 - 100% no plantio; 2 - 1/2 no plantio e 1/2 aos 45 dias após o plantio (DAP); 3 - 1/2 no plantio e 1/2 aos 90 DAP; 4 - 1/3 no plantio, 1/3 aos 45 DAP e 1/3 aos 90 DAP), além da testemunha sem K. A colheita da mandioca será realizada ao final de 10 meses de ciclo. Serão avaliados: a) diagnose foliar; b) número e diâmetro das hastes, número de folhas por planta e altura da planta; c) população final de plantas; d) número, comprimento, diâmetro e peso médio das raízes tuberosas; e) produtividade de raízes tuberosas; e f) qualidade das raízes tuberosas produzidas. Os dados obtidos serão submetidos à análise de variância. Os efeitos das formas de parcelamento do K serão avaliados pelo teste t (DMS) (P<0,05), enquanto os efeitos das doses de K serão avaliados por meio de análise de regressão.