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Células tronco embrionárias humanas como um sistema para screening de toxicidade in vitro

Processo: 15/01046-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de julho de 2015
Vigência (Término): 30 de junho de 2016
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular
Pesquisador responsável:Lygia da Veiga Pereira
Beneficiário:Sofia Lígia Guimarães Ramos
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:13/08135-2 - CTC - Centro de Terapia Celular, AP.CEPID
Assunto(s):Farmacogenética   Células-tronco embrionárias   Fluoxetina   Hepatócitos   Metabolismo celular

Resumo

Desenvolver um novo medicamento é um processo longo e custoso. Mesmo depois de aprovado e comercializado, reações adversas e eficácia são questões de saúde importantes a serem abordadas. Na resposta individual à droga, a genética é o fator mais importante do que a idade, sexo ou interações com outras drogas. Assim, a farmacogenética pode explicar as reações adversas a medicamentos e terapias ineficazes. As drogas testadas e aprovadas na Europa ou na América do Norte são vendidas em países como o Brasil sem saber quão eficazes ou seguros as mesmas são. Portanto, essas drogas não serão necessariamente eficazes na população brasileira, devido aos fatores genéticos. Estamos construindo uma biblioteca de células tronco pluripotentes induzidas (hiPSCs), derivadas de amostras de participantes do banco de sangue ELSA, que representa a heterogeneidade genética da população brasileira. O Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto (ELSA-Brasil) é um estudo de coorte multicêntrico de mais de 15.000 funcionários públicos de 5 universidades localizadas em diferentes regiões do Brasil. O objetivo a longo prazo de nosso projeto é de avaliar a capacidade das hiPSCs do banco ELSA como um modelo in vitro de teste de toxicidade e eficácia de drogas, estabelecendo em nosso laboratorio um protocolo de diferenciação de hiPSCs em hepatócitos a fim de estudar a metabolização e toxicidade da fluoxetina nessas células. Porém, antes de fazer esses testes nas hiPSCs, precisamos estabelecer curvas de metabolização em hepatócitos derivados de células tronco embrionarias humanas que se sabe possuem as enzimas metabolizadoras da fluoxetina, a fim de chegar à dose e tempo de incubação ideais que permitam metabolizar esse fármaco, e observar a presença de norfluoxetina, principal metabólito ativo da fluoxetina.