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Efeito de inibidores da metilação de DNA sobre a neurotoxicidade induzida por iodeto de 1-metil-4-fenilpiridínio (MPP+) em modelo de células neuroniais

Processo: 15/05530-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de julho de 2015
Vigência (Término): 31 de março de 2017
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Farmácia
Pesquisador responsável:Sâmia Regiane Lourenço Joca
Beneficiário:Rebeca Araujo Cantelmo
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Fármacos neuroprotetores   Neuroproteção   Degeneração neural   Doença de Parkinson

Resumo

O DNA pode sofrer alterações devido a mutações que ocorrem diretamente no genoma ou por influências externas (mecanismos epigenéticos). As modificações epigenéticas são responsáveis pela interpretação gênica, desenvolvimento embrionário, diferenciação celular, manutenção da identidade celular e regulação de respostas em relação a estímulos externos. Existem diversos mecanismos epigenéticos que podem modificar o estado de condensação da cromatina e interferir com a expressão gênica: metilação de DNA, modificação pós-translacional das histonas e mecanismos relacionados ao RNA. A metilação de DNA, o mecanismo mais comum entre mamíferos, acontece quando um grupamento metil é adicionado predominantemente na posição 5' do anel pirimidínico de citocinas que procedem a guaninas em regiões onde há ilhas do dinucleotídeo CpG. Esta reação é catalizada por um grupo de enzimas chamadas DNA metil-transferases (DNMT), as quais transferem este grupo metil originado do grupo S-adenosil-metionina (SAM). Este processo varia com o tempo e aumenta conforme envelhecemos. Há evidências de que a metilação de DNA seja um mecanismo biológico importante para o estabelecimento de alterações na expressão gênica capaz de contribuir para o desenvolvimento de doenças neurodegenerativas, como a Doença de Parkinson (DP). No entanto, não há dados acerca do efeito de drogas que modificam a metilação de DNA sobre os processos neurodegenerativos associados à DP. Portanto, este trabalho tem como objetivo geral avaliar o efeito da administração de inibidores de DNMTs (5-aza-D e RG108) sobre a viabilidade celular e neuritogênese em linhagem celular neuronial (células PC12) tratadas com a neurotoxina dopaminérgica MPP+ (do inglês, 1-Methyl-4-phenylpyridinium iodide), um modelo de neurodegeneração que simula in vitro os mecanismos celulares associados à DP.

Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
CANTELMO, Rebeca Araujo. Efeito de inibidores da metilação de DNA sobre a neurotoxicidade induzida por iodeto de 1-metil-4-fenilpiridínio (MPP+) em modelo de células neuroniais. 2017. Dissertação de Mestrado - Universidade de São Paulo (USP). Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto Ribeirão Preto.

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