Busca avançada
Ano de início
Entree

Modelando a capacidade da memória operacional musical usando o modelo fração de desenvolvimento esperado e modelos de key-finding de Krumhansl

Processo: 15/13223-3
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de setembro de 2015
Vigência (Término): 31 de agosto de 2016
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Psicologia - Psicologia Cognitiva
Pesquisador responsável:Jose Lino Oliveira Bueno
Beneficiário:Erico Artioli Firmino
Supervisor no Exterior: Carol Lynne Krumhansl
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Local de pesquisa : Cornell University, Estados Unidos  
Vinculado à bolsa:11/51822-5 - Modelo fração de desenvolvimento esperado contextual: efeito de modulações tonais em composições musicais genuínas, de experiência prévia e de tempo de resposta sobre estimações temporais, BP.PD
Assunto(s):Cognição musical

Resumo

O presente projeto objetiva investigar a capacidade temporal da memória operacional musical empírica e computacionalmente. Os experimentos investigarão o efeito da mudança de tonalidade sobre reproduções temporais ao manipular duas variáveis: (1) quando na sequência a mudança de tonalidade ocorre; e (2) quando na sequência a tonalidade com a duração mais longa ocorre. Os resultados serão modelados pelo Modelo Fração de Desenvolvimento Esperado (FDE; Firmino & Bueno, 2008), que apresenta uma estrutura cognitiva top-down, combinada com dois modelos diferentes de key-finding de Krumhansl (Krumhansl, 1990; Toiviainen & Krumhansl, 2003). Esses modelos oferecem uma oportunidade de complementar o Modelo FDE com um dinamismo sensorial bottom-up. As duas versões do Modelo FDE complementado serão comparadas sistematicamente com vários modelos diferentes da literatura. Os resultados dos experimentos e das simulações esperados são: se mudanças de tonalidade ocorrem tardiamente, as reproduções temporais serão mais curtas porque eventos recentes têm mais influência do que remotos. Entretanto, eventos remotos temporalmente poderiam ter ainda alguma influência residual indicando que a capacidade da memória operacional musical é maior do que aquela sugerida por resultados prévios da literatura. (AU)