| Processo: | 15/06163-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 30 de outubro de 2016 |
| Área de conhecimento: | Interdisciplinar |
| Pesquisador responsável: | Gabriela Castellano |
| Beneficiário: | Marina Weiler |
| Instituição Sede: | Instituto de Física Gleb Wataghin (IFGW). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 13/07559-3 - Instituto Brasileiro de Neurociência e Neurotecnologia - BRAINN, AP.CEPID |
| Assunto(s): | Doença de Alzheimer Reserva cognitiva |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Doença de Alzheimer | redes neurofuncionais | reserva cerebral | reserva cognitiva | Neurociências |
Resumo A proporção de pessoas idosas na população tem crescido rapidamente no último século, e um envelhecimento saudável tem sido um alvo importante na pesquisa, principalmente na neurociência. Dentro desse contexto, é inevitável não pensarmos na Doença de Alzheimer esporádica e de início tardio, doença que afeta redes neurofuncionais e que possui como principal marcador genético o alelo ApoE µ4. O estudo de fatores que, de alguma maneira retardam ou até mesmo previnem o desencadeamento da doença tem se tornado cada vez mais essencial. Assim, surgiu o conceito de reservas cerebral e cognitiva, que refletem a tolerabilidade de um sujeito a um determinado dano - nesse caso, dos aspectos fisiopatológicos intrínsecos da Doença de Alzheimer. A reserva cerebral refere-se à quantidade de alterações que o cérebro pode suportar antes de expressar a doença clinicamente; enquanto que a reserva cognitiva leva em consideração a forma em que o cérebro recruta estratégias alternativas para a resolução de tarefas cognitivas. Desse modo, quanto maior a reserva cerebral e/ou cognitiva de determinado sujeito, maior tolerabilidade ele teria ao desenvolvimento clínico da doença. Tendo em vista que a conectividade das redes neurofuncionais é um reflexo da plasticidade cerebral mesmo em adultos, e que a presença do alelo ApoE µ4 é danoso mesmo em idosos saudáveis, nesse trabalho pretendemos avaliar como as reservas cerebral e cognitiva afetam a conectividade de redes neurofuncionais de idosos saudáveis, pacientes com comprometimento cognitivo leve e pacientes com demência de Doença de Alzheimer, com e sem a presença do alelo ApoE µ4. Este projeto será realizado no âmbito do CEPID BRAINN (Instituto Brasileiro de Neurociência e Neurotecnologia), junto ao Grupo de Neurofísica do Instituto de Física Gleb Wataghin da UNICAMP, e em colaboração com pesquisadores do Departamento de Neurologia da Faculdade de Ciências Médicas dessa universidade. (AU) | |
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