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Desenvolvimento de uma Interface Cérebro-Computador baseada em imaginação de movimento utilizando o OpenViBE

Processo: 15/14994-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de setembro de 2015
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2017
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia Biomédica
Pesquisador responsável:Gabriela Castellano
Beneficiário:Aline Cristiane Buzzi
Instituição-sede: Instituto de Física Gleb Wataghin (IFGW). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:13/07559-3 - Instituto Brasileiro de Neurociência e Neurotecnologia - BRAINN, AP.CEPID
Assunto(s):Eletroencefalografia   Processamento de sinais   Neurociências

Resumo

Interfaces cérebro-máquina (BCIs, na sigla em inglês) são sistemas que visam à utilização de sinais cerebrais para dirigir dispositivos externos, tanto para comunicação (p.ex., teclados) e movimentação (p.ex., braço robótico, cadeira de rodas) de pacientes com deficiências motoras severas quanto para uso em jogos. Os sinais cerebrais usados em sistemas BCI são produzidos utilizando uma série de estratégias, sendo que em algumas o usuário é instruído a pensar em coisas específicas para obter determinados resultados. Nesses casos, a estratégia mais utilizada é a imaginação de movimento (MI, de motor imagery), que produz sinais bem específicos e localizados do ponto de vista da eletroencefalografia, técnica de aquisição de sinais mais usada em BCIs. O objetivo deste projeto é realizar um estudo sobre BCIs, focando nas baseadas em MI, e desenvolver uma BCI baseada em MI utilizando a plataforma OpenViBE, que é uma plataforma de software livre, dedicada a projetar, testar e utilizar BCIs. Este projeto será desenvolvido no âmbito do CEPID "Instituto Brasileiro de Neurociência e Neurotecnologia" (BRAINN, na sigla em inglês) da FAPESP, numa parceria entre o Grupo de Neurofísica, do Instituto de Física Gleb Wataghin, e o Departamento de Engenharia de Computação e Automação Industrial da Faculdade de Engenharia Elétrica e Computação, ambos da UNICAMP e participantes do BRAINN.