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Avaliação do efeito inibidor de fármacos de origem sintética em Biomphalaria glabrata na infeçcão por Schistosoma mansoni.

Processo: 14/12568-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de setembro de 2015
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2016
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Saúde Coletiva - Epidemiologia
Pesquisador responsável:Fernanda de Freitas Anibal
Beneficiário:Juliana Virginio da Silva
Instituição-sede: Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Assunto(s):Esquistossomose mansoni   Fármacos sintéticos   Antagonistas   Biomphalaria glabrata

Resumo

A esquistossomose é uma doença que acomete zonas tropicais e subtropicais do globo. Está relacionada com condições precárias de saneamento básico e tratamento de água. Dados estatísticos mostram que 207 milhões de pessoas já se infectaram com esse parasita e 779 milhões de pessoas moram em regiões de risco. (STEINMANN et al., 2006, apud MORAES et al., 2012, p. 222) . Pelo menos 280 mil pessoas morrem por ano de esquistossomose (VAN DER WERF et al., 2003; King et al., 2005, apud MORAES et al., 2012, p. 222) o que faz com que a mesma seja a segunda parasitose mais letal em todo o mundo, só perdendo para a malária. (ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE, 2002; DA KELA, 2002, apud KIROS et al., 2004, p. 1) . Devido a isso é considerada uma doença de caráter político, social e econômico. Essa parasitose tem seu ciclo biológico condicionado pela presença de um molusco (Biomphalaria glabrata) que vive em lagos e rios, sendo ele o responsável pela evolução das formas larvais do ciclo do parasita. Uma das formas de banir a doença seria o combate ao molusco, porém isso traria um desequilíbrio ecológico. Sendo assim, medidas de prevenção à doença vêm sendo tomadas em áreas endêmicas. Porém, nem sempre isso é o bastante para se conseguir efeitos positivos para a saúde pública. Devido a isso, se faz necessário o uso de fármacos para o tratamento das pessoas infectadas. Atualmente, o único medicamento utilizado é o praziquantel e isto pode gerar resistência. Nesse contexto, pesquisas nessa área são de extrema importância, não só para descobrir drogas que possam tratar os doentes, mas também impedir a evolução do ciclo biológico do parasita. Portanto, esse trabalho tem por objetivo geral avaliar a inibição do ciclo de desenvolvimento do Schistossoma mansoni por ação de fármacos de origem sintética.