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A beatitude ou o amor divino e o poder sobre os afetos na ética spinozana

Processo: 15/11424-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de outubro de 2015
Vigência (Término): 30 de setembro de 2016
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Filosofia - Ética
Pesquisador responsável:Franklin Leopoldo e Silva
Beneficiário:Gustavo Trindade dos Santos
Instituição-sede: Faculdade de São Bento. Mosteiro de São Bento de São Paulo (MSBSP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Racionalismo   Ética (filosofia)   Amor   Imanência   Baruch Espinoza   Análise de conteúdo

Resumo

O presente projeto de Iniciação Científica versa sobre a noção spinozana do amor para com Deus, referido à mente e provido do terceiro gênero de conhecimento na V parte do livro Éthica, intitulado A potência do Intelecto ou A Liberdade Humana. O problema que visamos investigar diz respeito à impossibilidade de controlar nosso ser afetado pelas afecções passivas e as ideias inadequadas mesmo mediante o uso do intelecto. Deleuze questiona que, enquanto existirmos na duração, será inútil esperar que tenhamos apenas alegrias ativas do terceiro gênero, ou apenas afecções ativas em geral. Teremos sempre paixões e tristezas com nossas alegrias passivas. Nosso conhecimento passará sempre pelas noções comuns e o máximo que podemos nos esforçar será para termos proporcionalmente mais paixões alegres do que tristezas, mais alegrias ativas do segundo gênero do que paixões, e o maior número possível de alegrias do terceiro gênero. Tudo é questão de proporção nos sentimentos que preenchem nosso poder de ser afetado: trata-se de fazer com que as ideias inadequadas e as paixões ocupem apenas a menor parte de nós mesmos.