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Estudos in vitro e in vivo de antiplasmódicos derivados da Angiotensina II

Processo: 15/08527-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de outubro de 2015
Vigência (Término): 30 de setembro de 2017
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Química de Macromoléculas
Pesquisador responsável:Vani Xavier de Oliveira Junior
Beneficiário:Adriana Farias da Silva
Instituição-sede: Centro de Ciências Naturais e Humanas (CCNH). Universidade Federal do ABC (UFABC). Ministério da Educação (Brasil). Santo André , SP, Brasil
Assunto(s):Plasmodium falciparum   Biomarcadores   Angiotensina II   Peptídeos   Malária

Resumo

A atividade antiplasmódica da angiotensina II tem sido estudada. Devido as suas propriedades vasoconstritoras esse hormônio natural não pode ser utilizado como uma droga antimalárica. Trabalhos anteriores, desenvolvidos no Laboratório de Compostos Bioativos da Universidade Federal do ABC, relataram a obtenção de diferentes peptídeos ativos derivados da angiotensina II, no intuito de entender o comportamento que cada resíduo de aminoácido exerce na interação desses com a membrana do parasita, bem como, entender como peptídeos restritos atuam neste mesmo modelo (esporozoítas de Plasmodium gallinaceum, forma infectante de aves). O presente projeto tem como foco estudar as interações in vitro desses peptídeos ativos, testando-os em esporozoítas de Plasmodium falciparum (forma infectante de humanos), com o objetivo de verificar a sua atuação como esporozoiticidas (agente preventivo do estágio inicial da malária). Além disso, propõe realizar estudos in vivo em camundongos infectados com Plasmodium berghei, uma vez que os vários peptídeos também apresentam relevante atividade no ciclo eritrocítico, em estudos realizados em sangue infectados com Plasmodium falciparum. Para entender a interação dessa classe de peptídeos com a membrana do parasita, um estudo com peptídeos com marcadores também será realizado (ensaios in vitro), utilizando técnicas de Microscopia Confocal e Citometria de Fluxo. Dessa forma, entendemos que novos esforços e pesquisas devem ser feitos para que esses quimioterápicos possam, de fato, ter uma aplicação e contribuir para os avanços de drogas antimaláricas.

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