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Há associação entre medo de movimento e níveis de atividade física em pacientes que procuram atendimento para dor lombar crônica não-específica?

Processo: 15/17093-7
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2015
Vigência (Término): 29 de fevereiro de 2016
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional
Pesquisador responsável:Rafael Zambelli de Almeida Pinto
Beneficiário:Flávia Alves de Carvalho
Supervisor no Exterior: Christopher Gerard Maher
Instituição-sede: Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Presidente Prudente. Presidente Prudente , SP, Brasil
Local de pesquisa: George Institute for Global Health, Austrália  
Vinculado à bolsa:15/03919-0 - Reprodutibilidade e validação do Questionário Internacional de Atividade Física (versão longa) e do questionário de atividade física habitual de Baecke em pacientes com dor lombar crônica não-específica, BP.IC
Assunto(s):Ortopedia   Traumatologia   Cinesiologia   Atividade física   Dor lombar   Movimento   Medo

Resumo

No campo de dor musculoesquelética crônica, há fortes evidências que respostas cognitivas e comportamentais relacionadas à dor apresentam o papel principal no desenvolvimento e manutenção da cronicidade ou de sintomas persistentes. Medo de movimento ou de lesionar novamente, também referido como cinesiofobia, é relacionada mais especificamente com o medo de que a atividade física cause uma nova lesão. Medo de movimento tem se mostrado um poderoso preditor de cronicidade em pacientes com dor lombar. Modelos teóricos no campo de dor musculoesquelética crônica afirmam que o alto medo relacionado à dor é associado com o desenvolvimento de comportamentos que visam evitar determinados tipos de movimento, o que eventualmente pode levar a incapacidade e desuso. Apesar do medo de movimento na manutenção da dor lombar crônica ser bem documentado, a evidência da associação entre o medo de movimento e baixos níveis de atividade física ainda é equivocada. Uma possível explicação para a falta de associação em estudos prévios é o uso de medidas subjetivas para avaliar os níveis de atividade física. Um método promissor para avaliar objetivamente os níveis de atividade física nessa população é o uso de monitores de atividade, como o acelerômetro. O principal objetivos desse estudo é determinar se o medo de movimento é associado com níveis de atividade física. A amostra deste estudo é derivada de um projeto em curso financiado pela FAPESP. Este projeto está atualmente recrutando pacientes com dor lombar crônica não-específica. A coleta de dados inclui informações demográficas e antropométricas além de medidas de incapacidade, dor, depressão, medo de movimento e medida objetiva dos níveis de atividade física. A análise e interpretação dos dados será realizada durante o estágio de pesquisa do candidato no George Institute at Global Health in Sydney/Austrália sob supervisão do Prof. Chris Maher. (AU)

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Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
CARVALHO, FLAVIA A.; MORELHAO, PRISCILA K.; FRANCO, MARCIA R.; MAHER, CHRIS G.; SMEETS, ROB J. E. M.; OLIVEIRA, CRYSTIAN B.; FREITAS JUNIOR, ISMAEL F.; PINTO, RAFAEL Z. Reliability and validity of two multidimensional self-reported physical activity questionnaires in people with chronic low back pain. MUSCULOSKELETAL SCIENCE AND PRACTICE, v. 27, p. 65-70, FEB 2017. Citações Web of Science: 2.
CARVALHO, FLAVIA A.; MAHER, CHRIS G.; FRANCO, MARCIA R.; MORELHAO, PRISCILA K.; OLIVEIRA, CRYSTIAN B.; SILVA, FERNANDA G.; PINTO, RAFAEL Z. Fear of Movement Is Not Associated With Objective and Subjective Physical Activity Levels in Chronic Nonspecific Low Back Pain. ARCHIVES OF PHYSICAL MEDICINE AND REHABILITATION, v. 98, n. 1, p. 96-104, JAN 2017. Citações Web of Science: 5.

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