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Caracterização de linhagens de câncer pulmonar quanto à resistência à cisplatina

Processo: 15/15184-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de outubro de 2015
Vigência (Término): 31 de julho de 2017
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Genética - Mutagênese
Pesquisador responsável:Carlos Frederico Martins Menck
Beneficiário:Matheus Molina Silva
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:14/15982-6 - Consequências de deficiências de reparo de lesões no genoma, AP.TEM
Bolsa(s) vinculada(s):16/23100-9 - Influência do ciclo circadiano na resistência a cisplatina em células de câncer, BE.EP.IC
Assunto(s):Reparo do DNA   Cisplatino   Neoplasias pulmonares

Resumo

O câncer é uma das principais causas de mortes no Brasil e no mundo, sendo o carcinoma de pulmão o tipo mais letal e invasivo, com mais de um milhão de casos diagnosticados todo ano. O alto índice de mortalidade se deve principalmente à carência de tratamentos que ofereçam cura definitiva, ou mesmo que possibilitem ao paciente mais tempo de vida. O procedimento mais indicado é a ressecção cirúrgica, que nem sempre é uma opção devido à localização do tumor e ao estado do paciente, restando como alternativa o tratamento por quimioterapia, que na maioria dos casos se baseia na citotoxicidade provocada pela indução de lesões no DNA das células tumorais, a partir de agentes terapêuticos. Entretanto, alterações nos sistemas de proteção do genoma podem surgir, ocasionando resistência aos quimioterápicos e consequente redução da eficácia do tratamento. Dentre essas alterações, se destaca o aumento da expressão das proteínas ERCC1 e XPF, componentes da via de reparo por excisão de nucleotídeos (NER), em células tumorais. Sendo assim, esse projeto tem como objetivo a caracterização de quatro linhas de células tumorais de pulmão quanto a sua sensibilidade à cisplatina, um quimioterápico amplamente utilizado clinicamente, e a relação com níveis de expressão do mRNA e das proteínas XPF e ERCC1 e reparo das lesões propriamente ditas. Este projeto servirá de base para potenciais estudos de interferência na atividade desses genes, potencializando a ação de cisplatina.

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