| Processo: | 14/26420-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2019 |
| Área de conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Química - Química Inorgânica |
| Pesquisador responsável: | Italo Odone Mazali |
| Beneficiário: | Larissa Helena de Oliveira |
| Instituição Sede: | Instituto de Química (IQ). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 13/22127-2 - Desenvolvimento de Novos Materiais Estratégicos para Dispositivos Analíticos Integrados, AP.TEM |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 18/06612-1 - Regeneração de cofatores seletiva mediada por enzimas imobilizadas em nanopartículas estruturadas, BE.EP.PD |
| Assunto(s): | Nanopartículas Técnicas biossensoriais Metais |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | biossensor | Catálise Plasmônica | Material híbrido semicondutor | metal | mimetização enzimática | Nanopartículas | sistema químico integrado | Química do estado Sólido, Espectroscopia e Catálise |
Resumo A criação de enzimas artificiais que mimetizam a complexidade e função dos sistemas naturais tem sido um grande desafio para as duas últimas décadas. A aplicação de nanomateriais como sistemas miméticos para peroxidase foi recentemente de grande importância desde que se demonstrou a atividade intrínseca para peroxidase de nanopartículas magnéticas como Fe2O3. Na sequência, outros nanomateriais incluindo nanopartículas de ouro (AuNPs), nano-folhas de FeS, CoFe2O4, CuO, Co3O4, V2O5, nanomateriais de carbono, Ru2O e CeO2 foram aplicados como mimetizadores enzimáticos para peroxidase. Comparadas com as enzimas naturais, estas nanopartículas apresentam baixo custo, são estáveis contra desnaturação, resistentes a alta concentração de substrato, e facilmente estocadas e preparadas. Recentemente, a aplicação de nanopartículas de óxido de cério (CeNPs) como mimetizador enzimático baseou-se na atividade antioxidante deste sistema, a qual está diretamente relacionada com a baixa energia de conversão de seu par redox Ce4+/Ce3+. A funcionalização de sua superfície com nanopartículas de ouro (AuNPs) aumenta a sua estabilidade, condutividade e biocompatibilidade, tornando-o um dispositivo mais efetivo para imobilização de biomoléculas e uma interface desejável para biossensoriamento eletroquímico. O interesse por óxidos semicondutores decorados com nanopartículas metálicas surgiu de suas propriedades ópticas. Devido a forte banda de ressonância de plasmon de superfície (SPR) apresentada por estas nanopartículas, aumentou consideravelmente o desempenho e seletividade destes dispositivos na degradação de corantes orgânicos, oxidação de alcoóis e sensoriamento gasoso. Ao manipular tamanho, morfologia e composição da nanopartícula metálica, o máximo da banda SPR pode ser ajustado ao longo do visível e na região do infravermelho, permitindo que um sensor mais versátil e de menor custo possa ser construído para ser aplicado em um comprimento de onda específico. Neste contexto, surgiu um novo termo "Fotocatálise plasmônica", a qual é considerada uma tecnologia promissora para fotocatálise de alto desempenho. Neste sentido, cabe ressaltar, que a atividade plasmônica de sistemas híbridos CeO2/Au como sistemas miméticos enzimáticos ainda não foram investigados na detecção de moléculas de interesse biológico, o qual será um dos principais objetivos do presente trabalho. Um estudo aprofundado dos efeitos sinergísticos da interface óxido semicondutor/ nanopartícula metálica será realizado a fim de se compreender como o processo de transferência de energia da nanopartícula metálica para óxido semicondutor será capaz de modificar a razão Ce4+/Ce3+ e consequentemente afetando a performance do biossensor obtido. | |
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