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Determinação da longevidade de bagres estuarinos (Osteichthyes, Ariidae) submetidos a diferentes estressores ambientais

Processo: 15/11474-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de outubro de 2015
Vigência (Término): 25 de janeiro de 2017
Área do conhecimento:Interdisciplinar
Pesquisador responsável:Juliana de Souza Azevedo
Beneficiário:Igor Souza de Morais
Instituição-sede: Instituto de Ciências Ambientais, Químicas e Farmacêuticas (ICAQF). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus Diadema. Diadema , SP, Brasil
Assunto(s):Xenobiótico   Longevidade   Monitoramento ambiental   Estuários

Resumo

A intensa ocupação próxima aos estuários tem sido responsável pela degradação desses importantes ecossistemas, assim como seus componentes abióticos e biológicos. Não obstante, há emissão de efluentes industriais, despejo de esgoto doméstico e resíduos sólidos em estuários, como por exemplo, o observado no sistema estuarino de Santos/São Vicente. Nos últimos anos tem se tornado frequente a utilização de organismos como indicadores ambientais, visando à análise do grau de impactação por substâncias exógenas. O presente estudo visa avaliar o impacto de xenobióticos no metabolismo de teleósteos estuarinos, a partir da determinação da longevidade de exemplares de bagres estuarinos (Cathorops spixii e Genidens genidens) submetidos a diferentes estressores ambientais nos estuários de Cananéia, com menor grau de influência antropogênica, em comparação com o estuário de Santos/São Vicente sabiamente conhecimento por seu histórico de contaminação ambiental. Para tal, pela presente proposta pretende-se verificar alterações nos índices somáticos e determinar a longevidade dos indivíduos a partir da contagem dos anéis etários de otólitos dos exemplares, e avaliando esses dados numa escala-espaço-temporal com associação aos dados de biomarcadores já previamente obtidos pelo grupo de trabalho. O material a ser utilizado no presente estudo faz parte de um banco amostral de campanhas de monitoramento ambiental nos anos de 2005, 2006, 2009 e 2014. Por fim, com os dados será possível fazer abordagens e discussões quanto ao processo de exposição crônica dos diferentes xenobióticos aos quais os organismos estão expostos e as últimos anos.