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Estudos cinéticos da produção de hidrogênio a partir de licor de pentoses gerado no pré-tratamento hidrotérmico do bagaço da cana-de-açúcar

Processo: 15/18123-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de novembro de 2015
Vigência (Término): 31 de outubro de 2016
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia Sanitária - Tratamentos de Águas de Abastecimento e Residuárias
Pesquisador responsável:Marcelo Zaiat
Beneficiário:Liliane Folli Trindade
Instituição-sede: Escola de Engenharia de São Carlos (EESC). Universidade de São Paulo (USP). São Carlos , SP, Brasil
Assunto(s):Tratamento biológico anaeróbio   Bioetanol   Biogás   Biocombustíveis de segunda geração   Cinética   Materiais lignocelulósicos   Bagaço de cana-de-açúcar   Pentoses   Hidrogênio   Aproveitamento de subprodutos

Resumo

A crescente demanda pelo uso e consequentemente produção do etanol faz com que cada vez mais sejam buscadas novas técnicas para maximizar sua produção. Uma delas, é um maior aproveitamento do material lignocelulósico, bagaço, para a produção de etanol. Porém, para que o bagaço se torne mais acessível é necessário que esse sofra um pré-tratamento que gera alguns subprodutos como o licor de pentoses. O licor de pentoses é um efluente decorrente da produção de etanol de segunda geração com poucas informações disponíveis na literatura, mas com potencial impacto para o meio ambiente se manejado da forma incorreta. Assim, um grande desafio na produção de etanol a partir da cana-de-açúcar hoje em dia é a utilização de resíduos do processo para melhor aproveitamento energético. Uma alternativa é a utilização destes resíduos para produção de biogás como o hidrogênio que pode ser usado dentro da própria biorrefinaria como fonte de energia. Dessa forma, essa pesquisa objetiva por meio de estudos cinéticos avaliar a produção de hidrogênio a partir de licor de pentoses gerado no pré-tratamento hidrotérmico do bagaço da cana-de-açúcar a fim de se propiciar o desenvolvimento de novas tecnologias que permitam a utilização de subprodutos da produção de etanol e maximização do aproveitamento da cana-de-açúcar dentro das biorrefinarias. (AU)