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Desenvolvimento dè biocompósitos contendo fibras dè vidro bioativas Pará regeneração dè feridas crônicas

Processo: 15/17223-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de novembro de 2015
Vigência (Término): 31 de maio de 2017
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia de Materiais e Metalúrgica - Materiais Não-metálicos
Pesquisador responsável:Edgar Dutra Zanotto
Beneficiário:Marina Trevelin Souza
Instituição-sede: Centro de Ciências Exatas e de Tecnologia (CCET). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:13/07793-6 - CEPIV - Centro de Ensino, Pesquisa e Inovação em Vidros, AP.CEPID
Assunto(s):Biovidro   Biomateriais

Resumo

A aplicação de vidros bioativos na regeneração de tecidos moles, ou seja, pele, cartilagem, tecido conjuntivo etc., vem crescendo drasticamente nos últimos anos. A literatura tem indicado que a capacidade destes vidros se ligarem ao tecido mole, sua alta bioatividade e suas propriedades angiogênicas tornam estes biomateriais aptos para uma variedade de aplicações que visam à regeneração deste tipo de tecido, fato que era impensável há alguns anos atrás. Porém, as formas de apresentação dos vidros bioativos, normalmente pó e grânulos, não permitem que o mesmo seja utilizado em muitos procedimentos cirúrgicos devido à falta de trabalhabilidade do material. Sendo assim necessária, sua combinação com outros materiais que confiram essas propriedades, geralmente biopolímeros. O desenvolvimento de uma nova formulação vítrea bioativa no LaMaV - UFSCar, que apresenta a capacidade de ser conformada em fibras, ampliou grandemente o espectro de utilização destes vidros e tornou-os mais atrativos em relação ao desenvolvimento de novos biocompósitos reforçados por fibras. Adicionalmente, esta nova formulação apresenta-se altamente reativa, com alta capacidade de estímulo celular e com propriedades bactericidas, fazendo com que sua aplicação em feridas cutâneas seja muito promissora. Portanto, este projeto tem como objetivo desenvolver novos biocompósitos por meio da incorporação desta nova formulação vítrea á biopolímeros, como o colágeno, visando aplicações de regeneração de tecido mole in situ.