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Baixios de viadutos como desafio urbanístico: Uma leitura das "terras de ninguém" nos viadutos Alcântara Machado e Glicério

Processo: 15/07169-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de novembro de 2015
Vigência (Término): 30 de abril de 2017
Área do conhecimento:Ciências Sociais Aplicadas - Arquitetura e Urbanismo - Fundamentos de Arquitetura e Urbanismo
Pesquisador responsável:Renato Cymbalista
Beneficiário:Victor Martins de Aguiar
Instituição-sede: Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Teoria da urbanização   Apropriação do espaço   Espaço público

Resumo

O projeto de pesquisa ocupa-se das áreas inferiores ao tabuleiro de viadutos, os chamados baixios. Discutidos correntemente como espaços residuais e associados a um estado de degradação, os baixios não foram tratados historicamente como recursos territoriais passíveis de utilização pública. No entanto, como na metrópole não existem espaços inteiramente desocupados, verificam-se com frequência usos e ocupações pautados na informalidade. Diversos grupos fazem dessas áreas seus locais de encontros e atividades, dotando-lhes qualidades não previstas, no transgredir de seu uso original previsto. Ao analisar os usos e ocupações nos baixios de dois viadutos de São Paulo, o projeto de pesquisa almeja mostrar a complexidade desses territórios que, justamente por serem intersticiais, constroem oportunidades para a disposição de usos e ocupações, que não encontram outros espaços para se instalarem, oferecendo material empírico para problematizarmos a contemporaneidade das cidades, não nos preceitos formais dos projetos de arquitetura e urbanismo, mas nas demandas efetivas de espaços públicos.

Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
AGUIAR, Victor Martins de. Baixios de viadutos como desafios urbanísticos: uma leitura da \"terras de ninguém\" nos viadutos Alcântara Machado e do Glicério. 2017. Dissertação de Mestrado - Universidade de São Paulo (USP). Faculdade de Arquitetura e Urbanismo São Paulo.

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