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Estudo dos efeitos de antipsicóticos sobre comprimento de telômeros

Processo: 14/27129-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de novembro de 2015
Vigência (Término): 30 de abril de 2017
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Psiquiatria
Pesquisador responsável:Vanessa de Jesus Rodrigues de Paula
Beneficiário:Gabriel Berlingieri Polho
Instituição-sede: Instituto de Psiquiatria Doutor Antonio Carlos Pacheco e Silva (IPq). Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Leucócitos   Telômero   Antipsicóticos   Genética

Resumo

A esquizofrenia é um transtorno mental incapacitante, que afeta cerca de 5/1000 pessoas no Brasil. Aspectos fisiopatológicos da doença são pouco conhecidos e seu tratamento farmacológico possui efeitos colaterais importantes, como distúrbios motores, desregulação metabólica e agranulocitose. Diversas evidências mostram que há um estado pró-oxidativo na doença, que pode levar a danos por estresse oxidativo, incluindo diminuição de comprimento de telômeros. Recentemente, foi sugerido que a esquizofrenia pode ser reconhecida como uma síndrome de envelhecimento celular, sendo corroborado por alguns estudos que mostram associação entre comprimento de telômero e esquizofrenia. Este achado, no entanto, não se confirmou em todos os estudos, mas mostrou-se uma provável interferência do tratamento com antipsicóticos. O objetivo deste projeto é avaliar o efeito de 3 diferentes antipsicóticos, com funcionamentos distintos, sobre o comprimento de telômeros de leucócitos ex vivo de indivíduos saudáveis.