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Clonagem de sequências inibitórias de KIS em vetor retroviral e estabelecimento de linhagem estável produtora de retrovírus

Processo: 15/22778-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2015
Vigência (Término): 30 de novembro de 2017
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Genética - Genética Humana e Médica
Pesquisador responsável:Leticia Fröhlich Archangelo
Beneficiário:Laissa Mayara da Silva Paz
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:14/01458-3 - Investigação da participação da quinase reguladora de fatores de splicing (KIS) na leucemogênese utilizando modelo murino de transplante de medula óssea, AP.JP
Assunto(s):Mutação   RNA interferente pequeno   Processamento alternativo   Células-tronco   Medula óssea

Resumo

Mutações somáticas em diversos genes relacionados ao processo de splicing, incluindo SF1 e SF3b, foram recentemente descritas em doenças hematológicas, consolidando os defeitos na maquinaria de splicing como um novo mecanismo na leucemogênese. Além de mutações, a expressão aberrante de fatores de splicing e alterações no padrão de fosforilação destas proteínas também podem impactar o funcionamento ou eficiência do splicing e possivelmente à carcinogênese. KIS é uma serina/treonina quinase que acopla ambas funções de controlar o ciclo celular e a atividade de fatores de splicing. Através de seu domínio UHM, KIS interage com os fatores de splicing SF1 e SF3b1 e através de sua atividade quinase, fosforila estes fatores. Nossa hipótese é que assim como observado para a quinase SRPK2, a expressão aumentada ou diminuída de KIS pode levar a fosforilação aberrante de seus substratos (no caso, SF1 e/ou SF3b) podendo assim contribuir para o processo leucemogênico. O projeto Jovem Pesquisador (Processo FAPESP 14/01458) tem como um de seus objetivos investigar o potencial leucemogênico de KIS através de sua superexpressão em células progenitoras da medula óssea de camundongo. Dados recentes de nosso grupo demonstraram, que diferentemente de células humanas, as células progenitoras de camundongo apresentam uma expressão surpreendentemente alta de KIS endógeno. Neste contexto, vimos a necessidade não só de superexpressar KIS (trabalho em andamento), mas também de inibir sua expressão em células progenitoras hematopoiéticas que serão utilizadas em modelo de transplante de medula óssea em camundongos. (AU)

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