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Identificação de mutações funcionalmente associadas ao mutante do IL7Ra na LLA-T

Processo: 15/21149-8
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado
Vigência (Início): 29 de janeiro de 2016
Vigência (Término): 28 de janeiro de 2017
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Genética - Genética Humana e Médica
Pesquisador responsável:José Andrés Yunes
Beneficiário:Gisele Olinto Libanio Rodrigues
Supervisor no Exterior: Scott Kenneth Durum
Instituição-sede: Centro Infantil de Investigações Hematológicas Dr Domingos A Boldrini (CIB). Campinas , SP, Brasil
Local de pesquisa : National Cancer Institute (NCI), Frederick, Estados Unidos  
Vinculado à bolsa:12/10284-3 - Identificação de mutações funcionalmente associadas ao mutante do IL7Ra na LLA-T, BP.DR
Assunto(s):Biologia molecular   Interleucina-7   Leucemia   Mutação

Resumo

A sinalização mediada por IL7/IL7R é essencial para o desenvolvimento normal e homeostase de precursores de células T. Estudos iniciais mostraram que cerca de 10% dos pacientes com leucemia linfoblástica aguda de células T (LLA-T) possuem mutações na cadeia alfa do receptor de IL7 (IL-7R alfa). Um número considerável de mutações no IL7R ocorrem no exon 6 e, na maioria dos casos, estas mutações no IL7R possuem a inserção de uma cisteína na região justaposta-transmembrana extracelular e promovem a formação de novo de ligações dissulfureto intermoleculares entre as subunidades mutantes de IL-7R alfa, conduzindo desse modo a sinalização constitutiva através JAK1 e independentemente de IL-7 e da cadeia gama. Algumas alterações genéticas são fatores importantes para iniciar leucemia, mas em muitos casos, estas alterações não são suficientes para gerar um fenótipo completo leucêmico, o que sugere que mutações oncogênicas colaborativas podem estar presentes. As nossas análises do sequenciamento do exoma e microarranjo CNV/SNP de amostras de leucemia com IL7R mutante (L7Rmut/T-ALL) mostram algumas mutações genéticas recorrentes que podem estar potencialmente colaborando com o IL7R mutante. O silenciamento gênico destes genes em BaF3, uma linhagem de linfócito pró-B murino, expressando estavelmente o IL7R humano mutante, mostrou um efeito benéfico nos ensaios de proliferação e clonogênico. Estes resultados sugerem genes supressores tumorais candidatos que cooperam com a mutação do IL-7R. Neste projeto propomos validar estes resultados em um contexto celular mais próximo das células T e T-ALL, através do uso de células D1, uma linhagem celular de timócitos murinho knockout para TP53, ou timócitos imaturos. As células D1 vão ser utilizadas para investigar os efeitos de sobrevivência/proliferação in vitro e enxerto/progressão (Tempo para leucemia) em camundongos imunocomprometidos, causados por mutação (knockout) de genes candidatos individuais em conjunto com a expressão ectópica do IL7R mutante. Os experimentos com os timócitos primários, cultivadas em células OP9-dl4 com citocinas, serão utilizados para investigar os efeitos na diferenciação de células T e lecemogênese in vivo. (AU)